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A DESTRUIÇÃO DA BABILÔNIA A GRANDE E A RESOLUÇÃO DA ONU O NÚMERO 666

A CRUZADA EM TODO O MUNDO "CRISTÃO"

“A mulher estava vestida de púrpura e escarlate, estava adornada de ouro, pedras preciosas e pérolas, e tinha na mão um cálice de ouro cheio de coisas repugnantes e das coisas impuras da sua imoralidade sexual. 5 Na sua testa estava escrito um nome, um mistério: “Babilônia, a Grande, a mãe das prostitutas e das coisas repugnantes da terra” (Apocalipse 17:5,6).

O NOVO ORDEM MUNDIAL SEGUNDO O PRESIDENTE BUSH (PAI)

A TERCEIRA GUERRA MUNDIAL RELIGIOSA

A CRUZADA

Como podemos observar, a realidade presente em todo o mundo está firme; o imperialismo da cristandade ocidental representada principalmente pelos Estados Unidos da América (protestante, evangelista), da União Europa (católico) e a Rússia (ortodoxo). Aquelas nações “cristãs” imperialistas estão destruindo as nações que não são "Cristãs", no Oriente Médio (e em outra parte do mundo). Aquelas nações vítimas desse massacre são principalmente de religiões muçulmanas. Essa guerra religiosa em forma de cruzada mundial, demora desde 1991.

Em 17 de janeiro de 1991 começou a guerra mundial religiosa contra o Iraque (Babilônia), com uma coalizão de 34 nações ocidentais, de 940 000 soldados (principalmente de nações ocidentais "cristãs"), contra 530 000 soldados iraquianos (representando a religião muçulmana). Essa guerra religiosa do mundo foi decidida pela ONU. 

Desde 1991, vemos uma cruzada mundial organizada pelas nações ocidentais, como Estados Unidos da América e seus aliados da Europa Ocidental e a Rússia. Israel é o representante judaico do imperialismo americano no Oriente Médio, contra às nações muçulmanas e as milícias muçulmanas , e organizações religiosas, representadas pelas Nações muçulmanas do Médio Oriente como Egito, Arábia Saudita, Kuwait, Qatar, Iêmen, Síria/Líbano, Iraque (Babilônia), Afeganistão, Irã (Pérsia)...

DAESH, tenta de federar essa coalizão muçulmana (sunita) sob uma frente unida com o objetivo de constituição de um califado muçulmano (sunitas) Unido, no Oriente Médio (que foi inicialmente, o objetivo de Saddam Hussein, em 1990). Estas nações árabe e milícias muçulmanas religiosas lutan contra o imperialismo ocidental "Cristão" e judaico, principalmente no Oriente Médio. Os ataques do World Trade Center, em Nova-York, Estados Unidos da América (3000 mortes, 6000 pessoas feridas), era neste quadro desta guerra mundial religiosa em cruzada.

Os ataques do 11 de setembro de 2001 são uma resposta evidente ao Presidente Bush (pai) quando fez o seu discurso sobre a "nova ordem mundial", sete dias antes de 10 de Tishri, 1991, em 11 de setembro de 1991. Esses ataques do World Trade Center seriam o símbolo desta "nova ordem mundial"...

Parece óbvio que temos de rever o estudo bíblico da profecia, da queda e da destruição de Babilônia a Grande, tendo em conta o contexto bíblico, das declarações de Jesus Cristo e dos acontecimentos atuais do mundo. Existe uma harmonia com este novo entendimento bíblico e o que observamos. No final deste estudo da Bíblia, veremos quando ocorreu a queda de Babilônia a Grande e o início do período de sua destruição, com a Bíblia e com os acontecimentos mundiais atuais.

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A RESOLUÇÃO ONU, NÚMERO 666

Portanto, quando vocês virem a coisa repugnante que causa desolação, da qual falou Daniel, o profeta, estar num lugar santo (que o leitor use de discernimento), 16 então, os que estiverem na Judeia fujam para os montes” (Mateus 24:15,16).

Esta recomendação de Cristo foi uma indicação da iminência da destruição de Jerusalém pelos exércitos romanos. O primeiro cerco da cidade de Jerusalém pelo general romano Céstio Galo, em 66 CE, foi o cumprimento da indicação do Cristo. Não se sabe o por quê, os exércitos romanos de Céstio Galo retiraram o cerco da cidade de Jerusalém. O que permitiu aos cristãos de fugir da cidade, sem demora. Quatro anos mais tarde, em 70 EC, o general romano Tito destruiu, desta vez, a cidade de Jerusalém e o seu templo, com seus habitantes (apenas alguns sobreviveram levados ao cativeiro para Roma). Agora, se compararmos, a expressão inspirada "que o leitor use de discernimento" (Mateus 24:15, mark 13:14) com a expressão de Apocalipse 13:18, "quem tem discernimento calcule o número da fera", há uma semelhança impressionante. Podemos dizer que a indicação profética que corresponde a Mateus 24:15, da presença da “coisa repugnante”, é indicação profética que corresponde à de Apocalipse 13:18, do entendimento do que significa o número-nome:666, estão ligadas com o mesmo propósito de indicação profética importante, da iminência da grande tribulação.

Existem diferentes feras em Apocalipse 13: o dragão é Satanás, o diabo. Este dragão dá sua autoridade à primeira fera com 7 cabeças e 10 chifres. Isso tem que representar a soberania humana sobre a terra. Há uma segunda fera, com uma cabeça que parece a dum carneiro com dois chifres, que exerce toda a autoridade da primeira fera. Isso tem que representar a potência mundial atual, que só pode ser os Estados Unidos. Foi essa potência mundial que inspirou a criação da imagem da fera (de 7 cabeças e 10 chifres), uma terceira fera, a fim de dar um culto patriótico internacional da primeira fera (que representa a soberania humana internacional). O temple desta adoração patriótica internacional é Organização das Nações Unidas (ONU). É neste contexto que aparece o número-nome, 666: “Isto exige sabedoria: quem tem discernimento calcule o número da fera, pois é o número de um homem. O seu número é 666” (Apocalipse 13:18).

Na verdade, pode-se dizer que o nome-número 666, corresponde à "Resolução das Nações Unidas nº 666", juntamente com os números de outras resoluções (660-678 (Em português) (660 + (6 + 6 + 6) = 678)),  que correspondem a uma série de resoluções que permitiram a destrucção de Iraque (antigua Babilônia), em 1991. Esta primeira guerra do Golfo contra o Iraque (Babilônia) (1991), é, na verdade, a indicação de Apocalipse 13:18 que corresponde a Mateus 24:15, mostrando que a grande tribulação está perto. Esta primeira guerra do Golfo representa o início da destruição de Babilônia a Grande, até su cumprimento integral, decidido por Deus, pouco antes da grande tribulação (Apocalipse 19: 1-3).

A "Resolução ONU, N°666 (Em inglês)" (do 13 de setembro de 1990), é um lembrete dos termos da "Resolução ONU, nº 661 (Em português)" (de 6 de agosto de 1990), sob a forma de "sanções internacionais", um embargo de sanções económicas. Mas a "Resolução ONU, Nº 666", acrescenta que, deve levar-se em conta as necessidades humanitárias de Iraque e Kuwait, fornecendo alimentos às pessoas vulneráveis (crianças, os doentes, os idosos...). Na verdade, a "Resolução ONU, N°666" é o procedimento geral do "embargo" decidido primeiro na "Resolução ONU, nº 661".

Se compararmos os termos da presente "Resolução ONU, N°666" (combinado com a "Resolução ONU, N° 661"), com Apocalipse 13:16-18, a semelhança é notável porque a profecia se refere a um "embargo" para aqueles que não têm a "marca" da besta ao não respeitar a soberania humana na sua dimensão nacionalista e patriótico (Ainda que Babilônia tem a "marca", pela "vontade de Deus" (Apocalipse 17:17), essa lei, da "imagem da fera" aplicou-se primeiro sobre "Babilônia a Grande", naquele tempo (compare com Salmos 57:6)):

Tendo as indicações gerais da "Resolução ONU n°666", em mente, sobre o modo de proceder o embargo, podemos ler o que está escrito em Apocalipse 13:1-18: “Ela obriga todas as pessoas, pequenas e grandes, ricas e pobres, livres e escravas, a receber uma marca na mão direita ou na testa, 17 para que ninguém possa comprar ou vender, exceto aquele que tem a marca, isto é, o nome da fera ou o número do seu nome. 18 Isto exige sabedoria: quem tem discernimento calcule o número da fera, pois é o número de um homem. O seu número é 666” (Apocalipse 13:16-18).

Ao compararmos Apocalipse 13:16-18, com a "Resolução ONU nº 666", que é a administração dum embargo, permitindo o não, comprar ou vender, como a expressão profética que encontramos em Apocalipse 13:15, ligada com o numero-nome 666, em Apocalipse 13:18, de acordo para ser respeitado ou não, a soberania do ser humano, sob a “marca” patriótica da fera, a semelhança é surpreendente. A "Resolução das Nações Unidas nº 666", é parte da série de resoluções geral (N° 660-678 (660 + (6 + 6 + 6) = 678)), representa, a nova indicação profética para os nossos dias, do início da destruição de Babilônia a Grande, de Apocalipse 17:16, 17. Foi o começo duma grande cruzada, uma guerra mundial religiosa internacional, que começou em 1991, Iraque (antigo lugar da Babilônia) e terminará pouco antes da grande tribulação (Apocalipse 19: 1-3).

"O sonho de Saddam Hussein"

Também podemos ver, a estreita relação entre a profecia da revelação sobre a destruição de Babilônia a Grande e o nome-número 666, comparando-a com as intenções do senhor Saddam Hussein, cabeça do Iraque, naquele tempo (Babilônia), antes da primeira guerra do Golfo, eis o que lemos no artigo o "Monde.fr daté du 17 avril 2003, titulado “La fin du rêve de Saddam Hussein": A reconstrução do Palácio de Nabucodonosor II, simbolizando o antigo prestígio da Babilônia (Iraque), foi para o senhor Saddam Hussein, símbolo unificador de arquitetura do mundo árabe (tais como Nasser, um ex-chefe do Egito). O objetivo político-religioso foi: "A reconstrução (muçulmana sunita) do califado de Bagdá". No entanto, o início do cumprimento desta profecia no Iraque (Babilônia), teria e atualmente tem um impacto ao mesmo tempo, em todo o Oriente Médio e no mundo inteiro, com os ataques religiosos.

DAESH (ISIL (estado islâmico do Iraque e do Médio Oriente)), um grupo paramilitar muçulmano (sunita), que luta contra as forças militares ocidentais no Oriente Médio, continuou com a mesma finalidade política religiosa de Saddam Hussein (e também Nasser do Egito):: "A reconstrução (muçulmana sunita) do califado de Bagdá". Para além deste objectivo de DAESH (ISIL), que deseja destruir todas as fronteiras no Oriente Médio, criadas pelas nações ocidentais, particularmente a França e a Grã-Bretanha, a fim de unificar o mundo árabe-muçulmano num califado unificado. Em outros movimentos paramilitares religiosos islâmicos (sunita), em todo o mundo está seguindo a liderança de DAESH, sob a forma de "Guerra Santa" contra os "cristãos ocidentais". (Le Monde Diplomatique "Les principaux groupes armés islamistes sunnites", Article de Cécile Marin, février 2015 (escrito em francês)).

O que significa que estamos ainda no contexto da destruição da Babilônia a Grande, desde 1991, descrito em Apocalipse 17:15-18, sob a forma duma guerra mundial religiosa em forma de cruzada internacional, até o começo da grande tribulação.

PAZ E SEGURANÇA

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