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A PROMESSA DE DEUS

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As frases em azul (entre dois parágrafos) fornecem explicações bíblicas adicionais e detalhadas. Basta clicar no link em azul. Os artigos bíblicos são escritos principalmente em quatro idiomas: português, francês, espanhol e inglês

"E porei inimizade entre você e a mulher, e entre o seu descendente e o descendente dela. Este esmagará a sua cabeça, e você ferirá o calcanhar dele"

(Gênesis 3:15)

1 - Deus faz um Pacto com Abraão

2 - O Pacto de Circuncisão

3 - O Pacto da Lei entre Deus e o povo de Israel

4 - O Novo Pacto entre Deus e o Israel de Deus

5 - O Pacto para um Reino celebrado entre Jeová e Jesus Cristo e entre Jesus Cristo e os 144 000

Introdução


Qual é a mensagem desse enigma profético? Jeová Deus informa que seu plano de povoar a terra com uma humanidade justa certamente será cumprido (Gênesis 1: 26-28). Deus redimirá a descendência através da "semente da mulher" (Gênesis 3:15). Esta profecia foi um "segredo sagrado" por séculos (Marcos 4: 11; Romanos 11: 25; 16: 25; 1 Coríntios 2: 1,7 "segredo sagrado"). Jeová Deus o revelou gradualmente, ao longo dos séculos. Aqui está o significado deste enigma profético:

- A mulher: representa o povo celestial de Deus, composto de anjos no céus: "Viu-se então um grande sinal no céu: uma mulher estava vestida com o sol; a lua estava debaixo dos seus pés, e na cabeça dela havia uma coroa de 12 estrelas" (Apocalipse 12: 1). A mulher celestial é descrita como a "Jerusalém de cima": "Mas a Jerusalém de cima é livre, e ela é a nossa mãe" (Gálatas 4:26). É também descrita como a "Jerusalém celestial": "Mas vocês se aproximaram de um monte Sião e de uma cidade do Deus vivente, a Jerusalém celestial, e de miríades de anjos" (Hebreus 12:22). Por milênios, como Sara, mulher de Abraão, a mulher celeste era estéril, sem filhos (mencionado em Gênesis 3: 15): "Grite de alegria, ó mulher estéril, que não deu à luz! Fique animada e grite de alegria, você que nunca teve dores de parto, pois os filhos da mulher abandonada são mais numerosos do que os filhos da mulher que tem marido”, diz Jeová" (Isaías 54: 1). Esta profecia anunciava que esta mulher estéril daria à luz muitos filhos (o Rei Jesus Cristo e os 144 000 reis e sacerdotes celestiais).

(Jesus Cristo é o Rei celestial instalado por seu pai, Jeová Deus, em 1914 (de acordo com a cronologia bíblica da profecia de Daniel capítulo 4))

(Somente 144.000 seres humanos (homens ou mulheres), terão uma ressurreição celestial e reinarão com o Rei Jesus Cristo, no céu, de acordo com a profecia de Apocalipse, capítulos 5,7 e 14)

- O descendente da mulher: O livro de Apocalipse revela quem é esse filho: "Viu-se então um grande sinal no céu: uma mulher estava vestida com o sol; a lua estava debaixo dos seus pés, e na cabeça dela havia uma coroa de 12 estrelas. Ela estava grávida e clamava nas suas dores e na sua agonia de dar à luz. (...) E ela deu à luz um filho, um menino, que pastoreará todas as nações com vara de ferro. O filho dela lhe foi então subitamente tirado e levado para Deus e para o seu trono" (Apocalipse 12:1,2,5). Este filho que "Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo, e Jeová Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai, e ele será Rei sobre a casa de Jacó para sempre, e não haverá fim do seu Reino" (Lucas 1:32,33). O filho (No Apocalipse 12:1-5) refere-se particularmente ao Reino de Deus, cujo Rei ungido por Jeová, é seu Filho Jesus Cristo (Salmos 2).

- A serpente original é Satanás, o diabo: "Assim, foi lançado para baixo o grande dragão, a serpente original, o chamado Diabo e Satanás, que está enganando toda a terra habitada. Ele foi lançado para baixo, à terra, e os seus anjos foram lançados para baixo junto com ele" (Apocalipse 12:9).

(Satanás, o diabo, foi expulso do céu pouco antes da entronização do Rei Celestial Jesus Cristo, em 1914)

- O descendente da serpente representa os inimigos celestes (demônios ou anjos do diabo) e terrestres do Reino de Deus. Aqueles que estão lutando ativamente contra a soberania de Deus, contra o Rei Jesus Cristo e contra os santos na terra: "Serpentes, descendência de víboras, como fugirão do julgamento da Geena? É por essa razão que eu estou lhes enviando profetas, sábios e instrutores públicos. A alguns deles vocês matarão e pregarão em estacas, e a outros açoitarão nas suas sinagogas e perseguirão de cidade em cidade, para que venha sobre vocês todo o sangue justo derramado na terra, desde o sangue do justo Abel até o sangue de Zacarias, filho de Baraquias, a quem vocês assassinaram entre o santuário e o altar" (Mateus 23:33-35).

(Muitos da posteridade do diabo, desaparecerão durante a grande tribulação, de acordo com Apocalipse 14 e 19)

- A ferida da mulher no calcanhar é a morte sacrificial na terra, de Jesus Christ o Filho de Deus: "Mais do que isso, quando veio como homem, ele se humilhou e se tornou obediente a ponto de enfrentar a morte, sim, morte numa estaca" (Filipenses 2: 8). No entanto, o ferimento no calcanhar foi curado pela ressurreição de Jesus Cristo "ao passo que mataram o Agente Principal da vida. Mas Deus o levantou dentre os mortos, e disso nós somos testemunhas" (Atos 3:15).

(O sacrifício de Cristo permite a salvação duma humanidade obediente a Deus (João 3:16))

(Devemos comemorar a morte de Jesus Cristo a cada ano)

- O esmagamento da cabeça da serpente se refere à destruição eterna de Satanás o diabo e seus demônios e inimigos terrestres do Reino de Deus, no final do reinado de Jesus Cristo de mil anos: "O Deus que dá paz esmagará em breve a Satanás debaixo dos pés de vocês" (Romanos 16:20). "E o Diabo, que as enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde já estavam tanto a fera como o falso profeta. Eles serão atormentados dia e noite, para todo o sempre" (Apocalipse 20:10 ).

1 - Deus faz um Pacto com Abraão

"E todas as nações da terra hão de abençoar a si mesmas por meio de teu descendente, pelo fato de que escutaste a minha voz"
(Gênesis 22:18)

O pacto abraâmico é uma promessa que toda a humanidade obediente a Deus será abençoada através "do descendente" de Abraão. Teve um filho, Isaque, com sua esposa Sara (por muito tempo estéril) (Gênesis 17:19). Abraão, Sara e Isaque são os principais personagens de um drama profético que representa ao mesmo tempo, o significado do segredo sagrado e o meio (com "o descendente) pelo qual Deus salvará a humanidade obediente (Gênesis 3:15).

- Jeová Deus representa o Grande Abraão: "Pois tu és o nosso Pai; ainda que Abraão não nos conheça e Israel não nos reconheça, Tu, ó Jeová, és o nosso Pai. O teu nome é Nosso Resgatador desde os tempos antigos" (Isaías 63:16, Lucas 16:22).

(Jeová é o nome de Deus)

(Precisamos adorar a Jeová exclusivamente (Mateus 22: 37,38))

- A Mulher Celestial representa a Grande Sara, por muito tempo estéril e sem filhos (com relação a Gênesis 3: 15): "Pois está escrito: “Alegre-se, ó mulher estéril, que não dá à luz; grite de alegria, ó mulher que não tem dores de parto; pois os filhos da mulher abandonada são mais numerosos do que os daquela que tem marido.” Vocês, irmãos, são filhos da promessa, assim como Isaque foi. Mas, assim como naquele tempo o gerado de maneira natural começou a perseguir o gerado por meio do espírito, assim acontece agora. Contudo, o que dizem as Escrituras? “Expulse a serva e o filho dela, pois o filho da serva de modo algum será herdeiro com o filho da livre.” Portanto, irmãos, não somos filhos de uma serva, mas da livre" (Gálatas 4:27-31).

- Jesus Cristo representa o Grande Isaque, o principal descendente de Abraão: "Ora, as promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente. As Escrituras não dizem “e aos seus descendentes”, como se fossem muitos. Em vez disso, dizem “e ao seu descendente”, indicando um só, que é Cristo" (Gálatas 3:16).

(Jesus Cristo é o Filho de Jeová Deus, o único caminho para a salvação eterna (João 14: 6))

- A ferida no calcanhar da Mulher Celestial: Jeová Deus pediu a Abraão que sacrificasse seu filho Isaque. Abraão não recusou (porque ele pensava que Deus ressuscitaria Isaque após este sacrifício (Hebreus 11:17-19)). Pouco antes do sacrifício, Deus impediu que Abraão fizesse tal ato. Isaque foi substituído por um carneiro sacrificado por Abraão: "Depois disso, o verdadeiro Deus pôs Abraão à prova e lhe disse: “Abraão!” Abraão respondeu: “Aqui estou!” Então ele disse: “Por favor, pegue o seu filho, seu único filho, a quem você tanto ama, Isaque, vá à terra de Moriá e ofereça-o ali como oferta queimada num dos montes que lhe indicarei.” (...) Por fim chegaram ao lugar que o verdadeiro Deus lhe havia indicado; e Abraão construiu ali um altar e arrumou a lenha em cima dele. Ele amarrou as mãos e os pés de Isaque, seu filho, e o colocou no altar, em cima da lenha. Abraão estendeu então a mão e pegou a faca para matar seu filho. Mas o anjo de Jeová o chamou desde os céus e disse: “Abraão, Abraão!” E ele respondeu: “Aqui estou!” Então o anjo disse: “Não fira o rapaz e não lhe faça absolutamente nada, pois agora eu sei que você teme a Deus, porque não me negou o seu filho, seu único filho.” Com isso, Abraão levantou os olhos e viu ali perto um carneiro preso pelos chifres numa moita. De modo que Abraão foi até lá, pegou o carneiro e o ofereceu como oferta queimada em lugar de seu filho. E Abraão deu àquele lugar o nome de Jeová-Jiré. É por isso que ainda se diz hoje: “No monte de Jeová se providenciará"" (Gênesis 22: 1-14). E de fato Jeová Deus forneceria, desta vez, o Seu próprio Filho em cumprimento desta representação profética. A realização deste drama foi um sacrifício extremamente doloroso para Jeová Deus (e seu filho Jesus Cristo (leia a frase "Por favor, pegue o seu filho, seu único filho, a quem você tanto ama, Isaque")). Jeová Deus, o Grande Abraão sacrificou seu filho amado Jesus Cristo, o Grande Isaque para a salvação da humanidade obediente: "Porque Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna. (...) Quem exerce fé no Filho tem vida eterna; quem desobedece ao Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele" (João 3: 16,36). A realização final da promessa feita a Abraão será cumprida para a humanidade obediente, com bênçãos eternas no final do reinado milenar de Cristo: "Então ouvi uma voz alta do trono dizer: “Veja! A tenda de Deus está com a humanidade; ele residirá com eles, e eles serão o seu povo. O próprio Deus estará com eles. Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais tristeza, nem choro, nem dor. As coisas anteriores já passaram" (Apocalipse 21:3,4).

(A humanidade estará livre de doenças, envelhecimento e morte)

2 - O Pacto de Circuncisão

"Deu-lhe também um pacto de circuncisão, e ele se tornou pai de Isaque e o circuncidou no oitavo dia, e Isaque se tornou pai de Jacó, e Jacó dos 12 patriarcas"

(Atos 7: 8)

O pacto de circuncisão é o sinal distintivo do povo de Deus, naquele tempo o Israel terrestre. A circuncisão na carne tinha um significado espiritual, que é explicado no discurso de despedida de Moisés no livro de Deuteronômio: "Agora purifiquem o seu coração e deixem de ser tão obstinados" (Deuteronômio 10: 16, "purifiquem" (circuncidem o prepúcio do)). A circuncisão na carne significava o que corresponde atualmente a circuncisão espiritual do coração, sendo ele mesmo uma fonte de vida, a obediência a Deus: "Proteja, acima de tudo, o seu coração, pois dele procedem as fontes da vida" (Provérbios 4:23).

(A obediência a Deus e Seu Filho Jesus Cristo, é através dum conhecimento exato de sua vontade, escrito na Bíblia (Salmos 1:2,3))

(A obediência a Deus e a Seu Filho Jesus Cristo, é alcançar a matureza espiritual)

O discípulo Estêvão, em seu discurso que precedeu sua execução por lapidação, havia entendido este ponto fundamental de ensino. Ele deixou claro aos seus ouvintes que não tinham fé em Cristo, embora fisicamente circuncidados, eles estavam incircuncisos espirituais do coração: "Homens obstinados e incircuncisos no coração e nos ouvidos, vocês sempre resistem ao espírito santo. Assim como os seus antepassados fizeram, vocês também fazem. A qual dos profetas os seus antepassados não perseguiram? Sim, mataram os que anunciaram antecipadamente a vinda do Justo, cujos traidores e assassinos vocês se tornaram agora, vocês, que receberam a Lei conforme transmitida por anjos, mas não a guardaram" (Atos 7: 51-53). Tal repreensão corajosa lhe custou a vida, o que foi uma confirmação de que esses assassinos eram incircuncisos espirituais do coração.

(A incircuncisão espiritual é a desobediência a Deus e a Seu Filho Jesus Cristo, praticando voluntariamente as coisas proibidas na Bíblia (ver parte2))

O coração simbólico constitui o interior espiritual de uma pessoa, feito de raciocínios acompanhados de palavras e ações (boas ou más). Sem usar a expressão "circuncisão espiritual (ou incircuncisão) do coração", Jesus Cristo explicou bem o que faz uma pessoa pura ou impura perante Deus, por causa do estado de seu coração simbólico: "No entanto, tudo o que sai da boca vem do coração, e essas coisas tornam o homem impuro. Por exemplo, do coração vêm raciocínios maus, assassinatos, adultérios, imoralidade sexual, roubos, falsos testemunhos, blasfêmias. Essas são as coisas que tornam o homem impuro" (Mateus 15: 18-20). Neste caso, Jesus Cristo descreve um ser humano numa condição de incircunciso espiritual, com o seu "prepúcio do coração" com o seu raciocínio ruim que o torna impuro diante de Deus e não apto para a vida (ver Provérbios 4: 23) . "O homem bom, do seu bom tesouro, faz sair coisas boas, ao passo que o homem mau, do seu mau tesouro, faz sair coisas más" (Mateus 12:35). Na primeira parte da declaração de Jesus Cristo, ele descreve um ser humano que tem um coração espiritualmente circuncidado.

O apóstolo Paulo também entendeu este ponto de ensino de Moisés e depois de Jesus Cristo. A circuncisão significava espiritualmente, a obediência a Deus e depois ao seu Filho Jesus Cristo: "De fato, a circuncisão só tem valor se você guarda a Lei; mas, se você é transgressor da Lei, a sua circuncisão se tornou incircuncisão. Portanto, se um incircunciso guardar as justas exigências da Lei, não será a incircuncisão dele considerada como circuncisão? E aquele que é fisicamente incircunciso, ao cumprir a Lei, julgará a você, que é transgressor da Lei apesar de ter o código escrito e a circuncisão. Porque não é judeu quem o é por fora, nem é a circuncisão algo feito por fora, na carne. Mas judeu é quem o é no íntimo, e a sua circuncisão é a do coração, por espírito, e não por um código escrito. O louvor dessa pessoa vem de Deus, não de homens" (Romanos 2: 25-29).

O fiel cristão não está mais sob a aplicação da Lei transmitida a Moisés e, portanto, não é mais obrigado a praticar a circuncisão física, de acordo com o decreto apostólico de Atos 15: 19,20,28,29. Isto é confirmado pelo que foi escrito sob inspiração pelo apóstolo Paulo: "Porque Cristo é o fim da Lei, para que todo aquele que exercer fé possa alcançar a justiça" (Romanos 10: 4). "Alguém já era circuncidado quando foi chamado? Que não desfaça a circuncisão. Alguém era incircunciso quando foi chamado? Não seja circuncidado. A circuncisão não significa nada, e a incircuncisão não significa nada; o que importa é a obediência aos mandamentos de Deus" (1 Coríntios 7:18,19).

Doravante, o cristão deve ter a circuncisão espiritual do coração, ou seja, obedecer a Jeová Deus e seu Filho Jesus Cristo tendo no seu sacrifício (João 3:16,36).

(Não estamos mais sob a autoridade da Lei dada por Deus a Moisés, mas essa Lei tem um valor profético que é cumprido em Cristo, na congregação cristã, e no futuro paraíso terrestre, de acordo com Hebreus 10:1, Colossenses 2:17 e Ezequiel 40-48)

Assim como um homem que queria participar da Páscoa tinha que ser circuncidado, o fiel cristão (independentemente da sua esperança (celestial ou terrestre)), deve ter a circuncisão espiritual do coração antes de comer pão sem fermento e beber fo cálice da comemoração da morte de Jesus Cristo: "Primeiro, que o homem examine e aprove a si mesmo, e só então coma do pão e beba do cálice" (1 Coríntios 11: Compare com Êxodo 12:48 (Páscoa).

(Devemos comemorar a morte de Jesus Cristo todos os anos, e todos os cristãos fiéis (independentemente da esperança (celestial ou terrestre) são obrigados em participar dos emblemas, de acordo com João 6:48-58)

3 - O Pacto da Lei entre Deus e o povo de Israel

"Tomem cuidado para não se esquecer do pacto que Jeová, seu Deus, fez com vocês"

(Deuteronômio 4:23)

O mediador deste pacto era Moisés: "Naquela ocasião Jeová me ordenou que lhes ensinasse decretos e decisões judiciais, que vocês devem obedecer na terra em que entrarão para tomar posse" (Deuteronômio 4:14). Esta aliança está relacionada com o pacto da circuncisão, que é o símbolo da obediência a Deus (Deuteronômio 10:16 comparar com Romanos 2: 25-29). O pacto da Lei estaria em vigor até a vinda do Messias: "Ele manterá em vigor o pacto para muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta" (Daniel 9: 27 ). Este pacto seria substituído depois por um Novo Pacto, de acordo com a profecia de Jeremias: "Vejam! Estão chegando os dias”, diz Jeová, “em que farei com a casa de Israel e com a casa de Judá um novo pacto. 32 Não será como o pacto que fiz com os seus antepassados no dia em que os peguei pela mão para tirá-los da terra do Egito" (Jeremias 31:31,32).

O propósito da Lei dada a Israel era preparar o povo para a vinda do Messias. A Lei ensinou a necessidade de libertação, com resgate, da condição pecaminosa da humanidade (representada pelo povo de Israel): "É por isso que, assim como por meio de um só homem o pecado entrou no mundo, e a morte por meio do pecado, e desse modo a morte se espalhou por toda a humanidade, porque todos haviam pecado . . . Pois o pecado já existia no mundo antes da Lei, mas, quando não há lei, ninguém é acusado de cometer pecados" (Romanos 5:12,13). A Lei de Deus trouxe à luz a condição pecaminosa de toda a humanidade, representada na época pelo povo de Israel: "O que diremos então? Será que a Lei é pecado? Certamente que não! Na verdade, eu não teria conhecido o pecado se não fosse a Lei. Por exemplo, eu não teria conhecido a cobiça se a Lei não dissesse: “Não cobice.” Mas o pecado, aproveitando-se da oportunidade dada pelo mandamento, produziu em mim todo tipo de cobiça, pois sem lei o pecado estava morto. De fato, antes, sem lei, eu estava vivo. No entanto, ao chegar o mandamento, o pecado voltou a viver, mas eu morri. E o mandamento que era para levar à vida, descobri que levava à morte. Pois o pecado, aproveitando-se da oportunidade dada pelo mandamento, me seduziu e, por meio deste, me matou. Assim, a Lei em si mesma é santa, e o mandamento é santo, justo e bom" (Romanos 7: 7-12). Portanto, a Lei era um preceptor ou instrutor que levava a Cristo: "A Lei, portanto, tornou-se o nosso tutor, conduzindo a Cristo, para que fôssemos declarados justos por meio da fé. Mas, agora que chegou a fé, não estamos mais debaixo de um tutor" (Gálatas 3: 24,25).

A lei perfeita de Deus mostrou a necessidade de sacrifício que leva à redenção do transgressor humano por causa de sua fé (não por obras da lei). Este sacrifício seria o de Cristo: "assim como o Filho do Homem veio, não para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate em troca de muitos" (Mateus 20: 28).

(O sacrifício de Cristo permite a salvação duma humanidade obediente a Deus (João 3:16))

Embora Cristo seja o fim da Lei, permanece o fato de que, no presente, a Lei continua a ter um valor profético que nos permite compreender o pensamento de Deus (por meio de Jesus Cristo) sobre o futuro. "Pois, visto que a Lei tem uma sombra das coisas boas que viriam, mas não a própria realidade" (Hebreus 10: 1, 1 Coríntios 2:16). É Jesus Cristo quem fará essas "coisas boas" se tornarem realidade: "Essas coisas são uma sombra do que viria, mas a realidade pertence ao Cristo" (Colossenses 2:17).

(Não estamos mais sob a autoridade da Lei dada por Deus a Moisés, mas essa Lei tem um valor profético que é cumprido em Cristo, na congregação cristã, e no futuro paraíso terrestre, de acordo com Hebreus 10:1, Colossenses 2:17 e Ezequiel 40-48)

4 - O Novo Pacto entre Deus e o Israel de Deus

"Que haja paz e misericórdia sobre todos os que vivem de acordo com essa regra, sim, sobre o Israel de Deus"

(Gálatas 6:16)

Jesus Cristo é o mediador do Novo Pacto: "Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: um homem, Cristo Jesus" (1 Timóteo 2: 5). O Novo Pacto cumpriu a profecia de Jeremias 31:31,32. O Novo Pacto diz respeito, de acordo com 1 Timóteo 2: 5, a todos os homens que têm fé no sacrifício de Cristo (João 3:16). O Israel de Deus representa o todo da congregação cristã. No entanto, Jesus Cristo mostrou que esse Israel de Deus teria uma parte nos céus e outra na terra, no futuro paraíso terrestre.

(Jesus Cristo é o único caminho para a vida eterna (João 14: 6; 17: 3))

O Israel do Deus celestial é constituído pelos 144 000, a Nova Jerusalém, a capital da qual fluirá a autoridade de Deus, vindo dos céus, na terra (Apocalipse 7: 3-8, o Israel espiritual celestial composto das 12 tribos de 12 000 (reis e sacerdotes)= 144000): "Vi também a cidade santa, a Nova Jerusalém, descendo do céu, da parte de Deus, e preparada como noiva adornada para o seu marido" (Apocalipse 21: 2).

(Somente 144.000 seres humanos (homens ou mulheres), terão uma ressurreição celestial e reinarão com o Rei Jesus Cristo, no céu, de acordo com a profecia de Apocalipse, capítulos 5,7 e 14)

O Israel espiritual de Deus será composto de humanos que viverão no futuro paraíso terrestre, sendo designados por Jesus Cristo como as 12 tribos de Israel para serem julgados: "Jesus lhes disse: “Eu lhes garanto: Na recriação, quando o Filho do Homem se sentar no seu trono glorioso, vocês que me seguiram se sentarão em 12 tronos e julgarão as 12 tribos de Israel" (Mateus 19:28). O Israel espiritual terrestre também é descrito na profecia de Ezequiel capítulos 40-48.

(No futuro, no paraíso terrestre, haverá uma grande multidão que terá sobrevivido à Grande Tribulação e representará um terço da humanidade atual, de acordo com as profecias de Zacarias 13: 8 e Apocalipse 7:9-17)

(No futuro paraíso terrestre haverá ressuscitados terrestres)

(Os injustos ressuscitados serão julgados ou examinados individualmente, mas toda a humanidade, no paraíso terrestre, estará sob a autoridade deste julgamento mundial ou da administração mundial do Reino de Deus)

Atualmente, o Israel de Deus é constituído por cristãos fiéis que têm a chamada celestial e cristãos que têm uma esperança terrestre de vida eterna, a grande multidão que espera sobreviver à grande tribulação (Apocalipse 7:9 -17).

(O "Israel de Deus" é organizado em uma congregação cristã para adorar a Jeová e servir ao Rei Jesus Cristo)

Na noite da celebração da última Páscoa, Jesus Cristo celebrou o Novo Pacto com os fiéis apóstolos que estavam com ele: "Ele pegou também um pão, deu graças, partiu-o e deu a eles, dizendo: “Isto representa o meu corpo, que será dado em benefício de vocês. Persistam em fazer isso em memória de mim.” Ele fez o mesmo com respeito ao cálice, depois de terem tomado a refeição, dizendo: “Este cálice representa o novo pacto com base no meu sangue, que será derramado em seu benefício" (Lucas 22: 19,20).

O Novo Pacto diz respeito a todos os cristãos fiéis, qualquer que seja sua esperança (celestial ou terrestre). O Novo Pacto está intimamente relacionada com a circuncisão espiritual do coração (Romanos 2:25-29). Na medida em que o cristão fiel tem essa circuncisão espiritual do coração, ele é biblicamente autorizado de consumir o pão sem fermento e o cálice que representa o sangue do Novo Pacto (qualquer que seja sua esperança (celestial ou terrestre)): "Primeiro, que o homem examine e aprove a si mesmo, e só então coma do pão e beba do cálice" (1 Coríntios 11:28).

(Devemos comemorar a morte de Jesus Cristo todos os anos, e todos os cristãos fiéis (independentemente da esperança (celestial ou terrestre) são obrigados em participar dos emblemas, de acordo com João 6:48-58)

 5 - O Pacto para um Reino celebrado entre Jeová e Jesus Cristo e entre Jesus Cristo e os 144 000

"No entanto, vocês são os que ficaram comigo nas minhas provações; e eu faço com vocês um pacto para um reino, assim como o meu Pai fez um pacto comigo, 30 a fim de que vocês comam e bebam à minha mesa, no meu Reino, e se sentem em tronos para julgar as 12 tribos de Israel"

(Lucas 22:28-30)

O Pacto para um Reino foi feito na mesma noite em que Jesus Cristo celebrou o Novo Pacto. Isso não significa que sejam idênticos.

O Pacto para um Reino está entre Jeová e Jesus Cristo e, depois, entre Jesus Cristo e os 144 000 que vão governar nos céus como reis e sacerdotes (Apocalipse 5:10; 7: 3-8; 14: 1-5).

O Pacto para um Reino selado entre Deus e Cristo é uma extensão do pacto de Deus com o rei Davi e sua dinastia real. Este pacto ou promessa de Deus, é a garantia da permanência dessa descendência real, quem Jesus Cristo é o descendente terrestre de David. Jeová Deux instalou seu Filho com Rei celestial (em 1914), em cumprimento do pacto para um Reino celebrado com o rei David (2 Samuel 7: 12-16, Mateus 1: 1-16, Lucas 3: 23-38, Salmos 2).

(Jesus Cristo é o Rei celestial instalado por seu pai, Jeová Deus, em 1914 (de acordo com a cronologia bíblica da profecia de Daniel capítulo 4))

O pacto para um reino selado entre Jesus Cristo e seu apóstolo, e por extensão com o grupo de 144.000, é de fato uma promessa de casamento celestial, que terá lugar pouco antes da grande tribulação: "Fiquemos alegres e cheios de alegria, e demos-lhe glória, porque chegou o casamento do Cordeiro, e a sua esposa já se preparou. Sim, foi concedido a ela se vestir de linho fino, brilhante e puro, pois o linho fino representa os atos justos dos santos" (Apocalipse 19:7,8).

(Somente 144.000 seres humanos (homens ou mulheres), terão uma ressurreição celestial e reinarão com o Rei Jesus Cristo, no céu, de acordo com a profecia de Apocalipse, capítulos 5,7 e 14)

O Salmo 45 descreve profeticamente este casamento celestial entre o Rei Jesus Cristo e sua "consorte real" celestial (a rainha), a Nova Jerusalém (Apocalipse 21: 2). Deste casamento celestial vai nascer filhos terrestres do reino, os príncipes que serão os representantes terrestres da autoridade real celestial do Reino de Deus: "Seus filhos, ó rei, ocuparão o lugar dos seus antepassados. O senhor os designará como príncipes em toda a terra" (Salmos 45:16, Isaías 32: 1,2).

(A profecia de Ezequiel capítulos 40-48 detalha o papel dos futuros príncipes, no paraíso terrestre)

(A profecia de Ezequiel capítulos 40-48 detalha também o papel dos futuros sacerdotes no paraíso terrestre)

As bênçãos eternas do Novo Pacto e do Parcto para um Reino cumprirão a Promessa Divina do Pacto Abraâmico, que abençoará todas as nações no final de mil e para toda a eternidade. A promessa de Deus será plenamente cumprida: "se baseia numa esperança de vida eterna que Deus, que não pode mentir, prometeu muito tempo atrás" (Tito 1:2).

(As bênçãos da libertação da humanidade do jugo do pecado herdado de Adão)

(As bênçãos da ressurreição celestial)

(As bênçãos da ressurreição terrestre)

(As bênçãos da administração terrestre do Reino de Deus)

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CRISTO A SALVAÇÃO

A COMEMORAÇÃO DA MORTE DE JESUS CRISTO (Slide)

A COMEMORAÇÃO DA MORTE DE JESUS CRISTO (Artigo)

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