O dia de Jeová está chegando!

"Ai por causa daquele dia! Pois o dia de Jeová está próximo E virá como destruição da parte do Todo-Poderoso! (...) Toquem a buzina em Sião! Deem um grito de guerra no meu santo monte. Que todos os habitantes desta terra tremam, Pois o dia de Jeová está chegando! Está próximo! É um dia de escuridão e de trevas, Um dia de nuvens e de densas trevas. É como a luz da aurora se espalhando sobre os montes. Há um povo numeroso e poderoso; Nunca existiu um povo como ele, E nunca mais haverá outro, Pelos anos de todas as gerações" (Joel 1:15; 2:1,2). Este Dia será a Grande Tribulação mencionada por Jesus Cristo (Mateus 24:21).

Este dia deve ocorrer no 10 de Tisri (calendário bíblico baseado na lua nova astronômica e hora de Jerusalém (UTC + 2)), Sexta-feira, 22 de setembro (após o pôr do sol em Jerusalém (horário UTC+2)) /Sábado, 23 de setembro de 2023, até o pôr do sol em Jerusalém. Para a maneira bíblica de determinar este dia e hora, clique nesta frase.

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As frases em azul (entre dois parágrafos) fornecem explicações bíblicas adicionais e detalhadas. Basta clicar no link em azul. Os artigos bíblicos são escritos principalmente em quatro idiomas: português, francês, espanhol e inglês 

 

A alegria através da esperança é a energia da nossa perseverança

"Mas, quando estas coisas principiarem a ocorrer, erguei-vos e levantai as vossas cabeças, porque o vosso livramento está-se aproximando"

(Lucas 21:28)

Após descrever acontecimentos dramáticos antes do fim deste sistema de coisas, num momento que deveria ser muito angustioso e estamos vivendo agora, Jesus Cristo disse a seus discípulos para "levantarem a cabeça" porque o cumprimento da sua esperança "está-se aproximando".

Como encontrar alegria, estando nas provações pessoais? O apóstolo Paulo escreveu que devemos seguir o padrão de Jesus Cristo: "Portanto, visto que estamos rodeados de uma nuvem tão grande de testemunhas, livremo-nos também de todo peso e do pecado que facilmente nos envolve, e corramos com perseverança a corrida apresentada a nós, olhando atentamente para o Agente Principal e Aperfeiçoador da nossa fé, Jesus. Pela alegria que lhe foi apresentada, ele suportou a morte numa estaca de tortura, desprezando a vergonha, e se sentou à direita do trono de Deus.  De fato, considerem atentamente aquele que suportou tantas palavras hostis da parte de pecadores, que agiam contra os seus próprios interesses, para que vocês não se cansem nem desistam" (Hebreus 12:1-3).

Jesus Cristo tinha a energia de sua perseverança frente as suas provações pela alegria da esperança apresentada diante dele. É importante ter energia para alimentar nossa perseverança, por meio da "alegria" de nossa esperança de vida eterna colocada diante de nós. Quanto às nossas provações, Jesus Cristo disse que temos de as resolver no dia a dia: "Por essa razão, eu lhes digo: Parem de se preocupar tanto com a sua vida, quanto ao que comer ou quanto ao que beber, e com o seu corpo, quanto ao que vestir. Não significa a vida mais do que o alimento e o corpo mais do que a roupa?  Observem atentamente as aves do céu; elas não semeiam nem colhem, nem ajuntam em celeiros, contudo o Pai de vocês, que está nos céus, as alimenta. Será que vocês não valem mais do que elas?  Quem de vocês, por estar ansioso, pode acrescentar um só côvado à duração da sua vida?  Também, com respeito à roupa, por que estão ansiosos? Aprendam uma lição dos lírios do campo, de como eles crescem; não trabalham nem fiam.  Mas eu lhes digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestia como um deles.  Então, se Deus veste assim a vegetação do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, não vestirá ele ainda mais a vocês, homens de pouca fé?  Portanto, nunca fiquem ansiosos, dizendo: ‘O que vamos comer?’ ou: ‘O que vamos beber?’ ou: ‘O que vamos vestir?’  Pois todas essas são as coisas pelas quais as nações se empenham ansiosamente. O seu Pai celestial sabe que vocês necessitam de todas essas coisas" (Mateus 6:25-32). O princípio é simples, devemos usar o presente para resolver nossos problemas que à medida vão surgindo,  confiando em Deus, para nos ajudar a encontrar uma solução: “Persistam, então, em buscar primeiro o Reino e a justiça de Deus, e todas essas outras coisas lhes serão acrescentadas.  Portanto, nunca fiquem ansiosos por causa do amanhã, pois o amanhã terá suas próprias ansiedades. Bastam a cada dia suas próprias dificuldades” (Mateus 6:33,34). A aplicação desse princípio nos ajudará a administrar melhor a energia mental ou emocional, para lidar com nossos problemas diários. Jesus Cristo aconselha contra a antecipação excessiva, até mesmo mórbida, dos problemas ou provações que podem confundir nossas mentes e tirar de nós toda a energia espiritual (compare com Marcos 4:18,19).

Voltando ao encorajamento escrito em Hebreus 12:1-3, precisamos usar nossa capacidade mental para nos projetar no futuro por meio da alegria na esperança, parte do fruto do espírito santo: "Por outro lado, o fruto do espírito é: amor, alegria, paz, paciência, bondade, benignidade, fé,  brandura, autodomínio. Contra tais coisas não há lei" (Gálatas 5:22,23). Está escrito na Bíblia que Jeová é um Deus feliz e que o cristão prega as "boas novas do Deus feliz" (1 Timóteo 1:11). Embora este sistema de coisas nunca tenha estado tanto em trevas espirituais, devemos ser focos de luz pelas boas novas que compartilhamos, mas também pela alegria de nossa esperança que queremos irradiar para os outros: "Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte.  As pessoas acendem uma lâmpada e a colocam, não debaixo de um cesto, mas em cima de um suporte, e ela brilha sobre todos na casa.  Do mesmo modo, deixem brilhar sua luz perante os homens, para que vejam suas boas obras+ e deem glória ao seu Pai, que está nos céus" (Mateus 5:14-16). O vídeo a seguir e também o artigo, baseados na esperança de vida eterna, foram desenvolvidos com este objetivo de alegria na esperança: “Alegrem-se e fiquem cheios de alegria, porque a sua recompensa é grande nos céus” (Mateus 5:12)… Façamos da alegria de Jeová o nosso baluarte: “Não fiquem tristes, pois a alegria que vem de Jeová é a fortaleza de vocês” (Neemias 8:10).

Para fazer seus discípulos entenderem que ele realmente havia ressuscitado dos mortos, ele colocou um corpo humano, cujo rosto nem sempre era reconhecível por seus discípulos

A narrativa dos evangelhos acerca da ressurreição de Jesus Cristo para fortalecer nossa fé na esperança cristã da vida eterna

Introdução

O objetivo desta meditação sobre os diferentes relatos da ressurreição de Jesus Cristo é duplo: o primeiro é, como o título principal indica, encorajar aqueles que têm fé na esperança cristã da ressurreição e da vida eterna (João 3:16,36). A segunda, é mostrar que, segundo a Bíblia, é uma garantia dada por Deus, que a ressurreição dos mortos será efetiva. É precisamente o apóstolo Paulo que o escreve em 1 Coríntios capítulo 15, dedicado especialmente a este tema da ressurreição. Embora algumas pessoas na congregação tenham dito que não haveria ressurreição, eis o que o apóstolo Paulo escreveu em resposta:

"Ora, se se prega Cristo, que ele tem sido levantado dentre os mortos, como é que alguns entre vós dizem que não há ressurreição dos mortos? Se, deveras, não há ressurreição dos mortos, tampouco Cristo foi levantado. Mas, se Cristo não foi levantado, a nossa pregação certamente é vã e a nossa fé é vã. Além disso, somos também achados como falsas testemunhas de Deus, porque temos dado testemunho contra Deus, de que ele levantou o Cristo, a quem ele, porém, não levantou, se realmente é que os mortos não hão de ser levantados. Pois, se os mortos não hão de ser levantados, tampouco Cristo foi levantado. Outrossim, se Cristo não foi levantado, a vossa fé é inútil; ainda estais em vossos pecados. De fato, também pereceram os que adormeceram na morte em união com Cristo. Se somente nesta vida temos esperado em Cristo, somos os mais lastimáveis de todos os homens" (1 Coríntios 15:12-19; ​​o leitor que desejar pode ler todo o capítulo 15, sobre os diferentes tipos de ressurreições).

Um último ponto, desta vez relacionado aos diferentes relatos das aparições de Jesus Cristo ressuscitado, e isso, por quarenta dias, antes de sua ascensão. Notará algo surpreendente, é que os discípulos não reconheciam de imediato, como se seu rosto tivesse mudado. Ele foi reconhecido por seus gestos antigos, como partir o pão, ou a maneira de pronunciar o nome de entes queridos, como Maria Madalena. Por quê ? Em 1 Coríntios 15:45 está escrito: "Até mesmo está escrito assim: “O primeiro homem, Adão, tornou-se alma vivente.” O último Adão tornou-se espírito vivificante". Este texto mostra que o ressuscitado Jesus Cristo foi levantado como um espírito, e um espírito ou anjo geralmente não é visto com olhos humanos. Para fazer seus discípulos entenderem que ele realmente havia ressuscitado dos mortos, ele colocou um corpo humano, cujo rosto nem sempre era reconhecível por seus discípulos.

***

- A coragem de José de Arimatéia, que pede a Pilato, o governador romano da Judéia, o corpo sem vida de Cristo:

"Então, visto que a tarde já estava avançada, veio um homem rico de Arimatéia, de nome José, que também se tinha tornado discípulo de Jesus. Este homem dirigiu-se a Pilatos e pediu o corpo de Jesus. Pilatos ordenou então que lhe fosse entregue. E José tomou o corpo, enrolou-o em puro linho fino e deitou-o no seu novo túmulo memorial, que ele tinha aberto na rocha. E, depois de rolar uma grande pedra à porta do túmulo memorial, partiu. Porém, Maria Madalena e a outra Maria permaneceram ali, sentadas diante do sepulcro" (Mateus 27:57-61).

"A tarde já estava então avançada, e, visto ser a Preparação, isto é, o dia antes do sábado, veio José de Arimatéia, membro bem conceituado do Conselho, que também aguardava o reino de Deus. Ele tomou ânimo para comparecer perante Pilatos e pediu o corpo de Jesus. Mas, Pilatos perguntava-se se já estaria morto, e, convocando o oficial do exército, perguntou-lhe se já tinha morrido. Assim, depois de certificar-se por intermédio do oficial do exército, concedeu a José o cadáver. Concordemente, ele comprou linho fino e tirou-o dali, enrolou-o no linho fino e deitou-o num túmulo aberto na rocha; e rolou uma pedra à porta do túmulo memorial. Maria Madalena e Maria, a mãe de Josés, porém, continuavam a olhar para onde tinha sido deitado" (Marco 15:42-47).

"Depois dessas coisas, José de Arimateia (que era discípulo de Jesus, mas secretamente, pois tinha medo dos judeus) perguntou a Pilatos se podia retirar o corpo de Jesus, e Pilatos lhe deu permissão. Portanto, ele foi e retirou o corpo. Nicodemos, o homem que tinha ido ao encontro dele pela primeira vez de noite, também foi, levando uma mistura de mirra e aloés, que pesava cerca de 33 quilos. Eles pegaram o corpo de Jesus e o envolveram em panos de linho, junto com os aromas, da maneira como os judeus costumam preparar o corpo para o sepultamento. A propósito, havia um jardim no lugar onde ele tinha sido executado e, no jardim, havia um túmulo novo, no qual ninguém ainda tinha sido colocado. Visto que era o dia da Preparação dos judeus e o túmulo ficava perto, colocaram Jesus ali" (João 19:38-42).

- No dia seguinte à morte de Cristo, o 15 de Nisã (Calendário Bíblico Judaico) Os principais sacerdotes e os fariseus garantem que o túmulo de Cristo seja selado e vigilado por dois soldados:

"No dia seguinte, que era depois da Preparação, ajuntaram-se perante Pilatos os principais sacerdotes e os fariseus, dizendo: “Senhor, lembramo-nos de que esse impostor dizia, enquanto ainda estava vivo: ‘Depois de três dias eu hei de ser levantado.’ Portanto, ordena que o sepulcro seja feito seguro até o terceiro dia, para que não venham os seus discípulos e o furtem, e digam ao povo: ‘Ele foi levantado dentre os mortos!’ e esta última impostura seja pior do que a primeira.” Pilatos disse-lhes: “Tendes uma guarda. Ide fazê-lo tão seguro como sabeis.”  De modo que foram e fizeram o sepulcro seguro por selarem a pedra e terem a guarda" (Mateus 27:62-66).

- Jesus Cristo ressuscitado aparece às mulheres que vieram no início da manhã de domingo 16 de Nisã:

"No primeiro dia da semana, porém, foram muito cedo ao túmulo, levando os aromas que tinham preparado. Mas, acharam a pedra rolada da frente do túmulo memorial, e, quando entraram, não acharam o corpo do Senhor Jesus. Enquanto estavam perplexas sobre isso, eis que pararam ao lado delas dois homens em vestuário reluzente. Visto que as mulheres ficaram amedrontadas e mantinham os rostos voltados para o chão, os homens disseram-lhes: “Por que estais procurando o Vivente entre os mortos? [Ele não está aqui, mas foi levantado.] Lembrai-vos de como vos falou enquanto ainda estava na Galiléia, dizendo que o Filho do homem tinha de ser entregue às mãos de homens pecaminosos e ser pregado numa estaca, sendo, no entanto, levantado no terceiro dia.” Lembraram-se assim das suas declarações, e voltaram do túmulo memorial e relataram todas estas coisas aos onze e a todo o resto. Eram Maria Madalena e Joana, e Maria, mãe de Tiago. Também as demais mulheres com elas estavam contando estas coisas aos apóstolos.  No entanto, estas declarações pareciam-lhes tolice e não acreditavam nas mulheres" (Mateus 28:1-10).

***

- As mulheres anunciam as boas novas da ressurreição de Jesus Cristo aos apóstolos que não as acreditam:

"No primeiro dia da semana, porém, foram muito cedo ao túmulo, levando os aromas que tinham preparado. Mas, acharam a pedra rolada da frente do túmulo memorial, e, quando entraram, não acharam o corpo do Senhor Jesus. Enquanto estavam perplexas sobre isso, eis que pararam ao lado delas dois homens em vestuário reluzente. Visto que as mulheres ficaram amedrontadas e mantinham os rostos voltados para o chão, os homens disseram-lhes: “Por que estais procurando o Vivente entre os mortos? [Ele não está aqui, mas foi levantado.] Lembrai-vos de como vos falou enquanto ainda estava na Galiléia, dizendo que o Filho do homem tinha de ser entregue às mãos de homens pecaminosos e ser pregado numa estaca, sendo, no entanto, levantado no terceiro dia.” Lembraram-se assim das suas declarações, e voltaram do túmulo memorial e relataram todas estas coisas aos onze e a todo o resto. Eram Maria Madalena e Joana, e Maria, mãe de Tiago. Também as demais mulheres com elas estavam contando estas coisas aos apóstolos. No entanto, estas declarações pareciam-lhes tolice e não acreditavam nas mulheres" (Lucas 24:1-11).

- Pedro e João correm no túmulo para verificar a verdade dos testemunhos das mulheres:

"No primeiro dia da semana, Maria Madalena veio cedo ao túmulo memorial, enquanto ainda estava escuro, e observou a pedra já retirada do túmulo memorial. Ela correu, portanto, e veio a Simão Pedro e ao outro discípulo, por quem Jesus tinha afeição, e disse-lhes: “Retiraram o Senhor do túmulo memorial, e não sabemos onde o deitaram.” Pedro e o outro discípulo saíram então e partiram para o túmulo memorial. Sim, os dois começaram a correr juntos; mas o outro discípulo correu na frente de Pedro, com mais velocidade, e atingiu primeiro o túmulo memorial. E, inclinando-se para a frente, observou as faixas deitadas ali, contudo, não entrou. Então veio também Simão Pedro, seguindo-o, e ele entrou no túmulo memorial. E observou as faixas deitadas,  também que o pano que tinha estado sobre a cabeça dele não estava deitado com as faixas, mas [estava] enrolado separadamente num só lugar. Naquela ocasião, portanto, o outro discípulo, que tinha atingido primeiro o túmulo memorial, também entrou, e viu e acreditou. Porque ainda não discerniam a escritura, de que ele tinha de ser levantado dentre os mortos. E os discípulos voltaram assim para os seus lares " (João 20:1-10).

***

- Maria Madalena encontra Jesus Cristo ressuscitado, que não o reconhece, pensando que é o jardineiro:

"Maria, porém, ficou parada do lado de fora, perto do túmulo memorial, chorando. Então, enquanto chorava, inclinou-se para a frente a fim de olhar para dentro do túmulo memorial e observou dois anjos, de branco, sentados um à cabeceira e outro aos pés do lugar onde o corpo de Jesus estivera deitado. E disseram-lhe: “Mulher, por que estás chorando?” Ela lhes disse: “Retiraram o meu Senhor, e não sei onde o deitaram.” Depois de dizer estas coisas, ela se voltou e observou Jesus em pé, mas não discernia que era Jesus. Jesus disse-lhe: “Mulher, por que estás chorando? A quem estás procurando?” Ela, imaginando que fosse o jardineiro, disse-lhe: “Senhor, se tu o levaste embora, dize-me onde o deitaste, e eu o retirarei.” Jesus disse-lhe: “Maria!” Dando meia-volta, ela disse-lhe, em hebraico: “Rabôni!” (que significa “Instrutor!”). Jesus disse-lhe: “Pára de agarrar-te a mim. Porque ainda não ascendi para junto do Pai. Mas, vai aos meus irmãos e dize-lhes: ‘Eu ascendo para junto de meu Pai e vosso Pai, e para meu Deus e vosso Deus.’” Maria Madalena veio e trouxe a notícia aos discípulos: “Tenho visto o Senhor!” e que ele lhe dissera essas coisas" (João 20:11-18).

- Dois discípulos falam com Jesus Cristo ressuscitado, sem saber, no caminho de Emmaus:

"Mas, eis que naquele mesmo dia dois deles estavam caminhando para uma aldeia, cerca de onze quilômetros distante de Jerusalém, de nome Emaús, e estavam conversando entre si sobre todas essas coisas que tinham acontecido. Ora, enquanto conversavam e palestravam, aproximou-se o próprio Jesus e começou a andar com eles; mas os olhos deles foram impedidos de reconhecê-lo. Ele lhes disse: “Que assuntos são estes que debateis entre vós enquanto estais caminhando?” E eles ficaram parados de rostos tristes. Em resposta disse-lhe aquele que tinha o nome de Cléopas: “Moras sozinho, como forasteiro, em Jerusalém, e não sabes as coisas que ocorreram nela nestes dias?” E ele lhes disse: “Que coisas?” Disseram-lhe: “As coisas a respeito de Jesus, o nazareno, que se tornou profeta poderoso em obras e palavra perante Deus e todo o povo; e como os nossos principais sacerdotes e governantes o entregaram à sentença de morte e o pregaram numa estaca. Mas nós esperávamos que este homem fosse o destinado a livrar Israel; sim, e além de todas estas coisas, este já é o terceiro dia desde que essas coisas ocorreram.  Além disso, certas mulheres dentre nós também nos assombraram, porque tinham ido cedo ao túmulo memorial, mas, não achando seu corpo, voltaram dizendo que tiveram também uma visão sobrenatural de anjos, que disseram que ele estava vivo. Ademais, alguns dos que estavam conosco foram ao túmulo memorial; e acharam que era assim, exatamente como as mulheres disseram, mas não o viram.” Disse-lhes assim: “Ó insensatos e vagarosos de coração no que se refere a crer em todas as coisas faladas pelos profetas! Não era necessário que o Cristo sofresse estas coisas e que entrasse na sua glória?” E, principiando por Moisés e por todos os Profetas, interpretou-lhes em todas as Escrituras as coisas referentes a si mesmo. Por fim chegaram perto da aldeia para a qual caminhavam, e ele fez como se fosse caminhar mais para diante. Mas eles exerceram pressão sobre ele, dizendo: “Fica conosco, porque já está anoitecendo e o dia já está declinando.” Em vista disso, entrou para ficar com eles. E, ao se recostar com eles à mesa, tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e começou a dar-lho. Com isso abriram-se-lhes plenamente os olhos e o reconheceram; e ele desapareceu de diante deles. E disseram um ao outro: “Não se nos abrasavam os corações quando nos falava na estrada, ao nos abrir plenamente as Escrituras?” E eles se levantaram naquela mesma hora e voltaram a Jerusalém, e acharam reunidos os onze e os com eles, 34 que diziam: “O Senhor foi de fato levantado e apareceu a Simão!” Eles mesmos relataram então os [eventos ocorridos] na estrada e como foi reconhecido por eles pelo partir do pão" (Lucas 24:13-35).

***

- Jesus Cristo ressuscitado, aparece diante seus discípulos:

"Enquanto ainda falavam destas coisas, ele mesmo estava em pé no meio deles e disse-lhes: “Paz seja convosco.” Mas, visto que estavam apavorados e tinham ficado amedrontados, imaginavam ver um espírito. De modo que lhes disse: “Por que estais aflitos e por que é que se levantam dúvidas nos vossos corações? Vede minhas mãos e meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, porque um espírito não tem carne e ossos assim como observais que eu tenho.” E, dizendo isso, mostrou-lhes suas mãos e seus pés.  Mas, não acreditando eles ainda de pura alegria e admirando-se, disse-lhes: “Tendes aqui algo para comer?” E entregaram-lhe um pedaço de peixe assado; e ele o tomou e comeu diante dos seus olhos. Disse-lhes então: “Estas são as minhas palavras que vos falei enquanto ainda estava convosco, que todas as coisas escritas na lei de Moisés, e nos Profetas, e nos Salmos, a respeito de mim, têm de se cumprir.” Abriu-lhes então plenamente as mentes para que compreendessem o significado das Escrituras e disse-lhes: “Assim está escrito que o Cristo havia de sofrer e de ser levantado dentre os mortos no terceiro dia, e que, à base do seu nome, se havia de pregar arrependimento para o perdão de pecados, em todas as nações — principiando por Jerusalém, haveis de ser testemunhas destas coisas. E eis que vos estou enviando o que foi prometido por meu Pai. Vós, porém, permanecei na cidade até serdes revestidos de poder vindo do alto”" (Lucas 24:36-49).

***

- Jesus Cristo ressuscitado aparece ao apóstolo Tomé que não acreditou os outros discípulos, informando-lhe que o tinham visto num momento em que não estava:

"Portanto, quando já era tarde naquele dia, o primeiro da semana, e, embora estivessem fechadas à chave as portas onde os discípulos estavam, de temor dos judeus, veio Jesus e ficou em pé no meio deles, e disse-lhes: “Haja paz convosco.” E, depois de dizer isso, mostrou-lhes tanto as suas mãos como o seu lado. Os discípulos alegraram-se então por verem o Senhor. Jesus, portanto, disse-lhes novamente: “Haja paz convosco. Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio.” E, depois de dizer isso, soprou sobre eles e disse-lhes: “Recebei espírito santo. Se perdoardes os pecados de quaisquer pessoas, ficam-lhes perdoados; se retiverdes os de quaisquer pessoas, ficam-lhes retidos.” Tomé, porém, um dos doze, que era chamado O Gêmeo, não estava com eles quando Jesus veio. Conseqüentemente, os outros discípulos diziam-lhe: “Temos visto o Senhor!” Mas, ele lhes disse: “A menos que eu veja nas suas mãos o sinal dos pregos e ponha o meu dedo no sinal dos pregos, e ponha a minha mão no seu lado, certamente não acreditarei.” Bem, oito dias depois, seus discípulos estavam novamente portas adentro, e Tomé com eles. Jesus veio, embora as portas estivessem fechadas à chave, e ficou em pé no meio deles e disse: “Haja paz convosco.” A seguir, disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui, e vê as minhas mãos, e toma a tua mão e põe-na no meu lado, e pára de ser incrédulo, mas torna-te crente.” Em resposta, Tomé disse-lhe: “Meu Senhor e meu Deus!”  Jesus disse-lhe: “Creste porque me viste? Felizes são os que não vêem, contudo, crêem.” De certo, Jesus efetuou muitos outros sinais, também diante dos discípulos, os quais não estão escritos neste rolo. Mas, estes foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e que, por crerdes, tenhais vida por meio do seu nome" (João 20:19-31).

***

- Jesus Cristo ressuscitado aparece na praia do mar de Tiberíades, e é reconhecido pelo seus discípulos por uma pesca milagrosa. Então ele encoraja o apóstolo Pedro a cuidar das suas ovelhas:

"Depois destas coisas, Jesus manifestou-se novamente aos discípulos junto do mar de Tiberíades; mas, fez a manifestação do seguinte modo. Estavam juntos Simão Pedro, e Tomé, que era chamado O Gêmeo, e Natanael, de Caná da Galiléia, e os filhos de Zebedeu, e mais dois dos seus discípulos. Simão Pedro disse-lhes: “Vou pescar.” Disseram-lhe: “Nós também vamos contigo.” Foram assim e entraram no barco, mas, durante aquela noite não apanharam nada. No entanto, quando estava amanhecendo, Jesus estava parado na praia, mas os discípulos, naturalmente, não discerniam que era Jesus. Jesus disse-lhes então: “Criancinhas, será que tendes algo para comer?” Responderam-lhe: “Não.” Disse-lhes ele: “Lançai a rede do lado direito do barco e achareis [algo].” Lançaram-na então, mas não puderam mais recolhê-la por causa da multidão de peixes. Portanto, aquele discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: “É o Senhor!” Por isso, Simão Pedro, ouvindo que era o Senhor, cingiu-se de sua roupa de cima, pois estava nu, e lançou-se no mar. Mas os outros discípulos vieram no pequeno barco, pois não estavam longe da terra, apenas a cerca de noventa metros, arrastando a rede de peixes. No entanto, quando desembarcaram em terra, observaram ali um fogo de brasas e peixe deitado nele, e pão.  Jesus disse-lhes: “Trazei alguns dos peixes que acabais de apanhar.” Simão Pedro, portanto, subiu a bordo e puxou a rede para terra, cheia de grandes peixes, cento e cinqüenta e três deles. Mas, embora houvesse tantos, a rede não se rompeu. Jesus disse-lhes: “Vinde, tomai o vosso primeiro almoço.” Nenhum dos discípulos tinha a coragem de indagar-lhe: “Quem és?” porque sabiam que era o Senhor. Jesus veio e tomou o pão, e deu-o a eles, e assim também o peixe. Esta foi então a terceira vez que Jesus apareceu aos discípulos depois de ter sido levantado dentre os mortos. Então, depois de terem almoçado, Jesus disse a Simão Pedro: “Simão, filho de João, amas-me mais do que estes?” Ele lhe disse: “Sim, Senhor, tu sabes que tenho afeição por ti.” Disse-lhe ele: “Apascenta meus cordeiros.” Novamente lhe disse ele, pela segunda vez: “Simão, filho de João, amas-me?” Ele lhe disse: “Sim, Senhor, tu sabes que tenho afeição por ti.” Disse-lhe ele: “Pastoreia minhas ovelhinhas.” Disse-lhe ele pela terceira vez: “Simão, filho de João, tens afeição por mim?” Pedro ficou contristado por ele lhe dizer pela terceira vez: “Tens afeição por mim?” De modo que lhe disse: “Senhor, tu sabes todas as coisas; tu te apercebes que eu tenho afeição por ti.” Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhinhas. Eu te digo em toda a verdade: Quando eras mais jovem, costumavas cingir-te e andar onde querias. Mas, quando ficares velho, estenderás as tuas mãos e outro homem te cingirá e te levará para onde não queres.” Isto ele disse para indicar por que sorte de morte havia de glorificar a Deus. Assim, depois de dizer isso, disse-lhe: “Continua a seguir-me.” Voltando-se, Pedro viu seguindo o discípulo a quem Jesus havia amado, aquele que na refeição noturna também se encostara no peito dele e dissera: “Senhor, quem é que te trai?” Concordemente, quando o avistou, Pedro disse a Jesus: “Senhor, este [homem fará] o quê?”  Jesus disse-lhe: “Se for a minha vontade que ele permaneça até eu vir, de que preocupação é isso para ti? Continua tu a seguir-me.”  Em conseqüência, difundia-se esta palavra entre os irmãos, que esse discípulo não ia morrer. No entanto, Jesus não lhe disse que não ia morrer, mas: “Se for a minha vontade que ele permaneça até eu vir, de que preocupação é isso para ti?” Este é o discípulo que dá testemunho destas coisas e que escreveu estas coisas, e nós sabemos que o testemunho que ele dá é verdadeiro. Há, de fato, também muitas outras coisas que Jesus fez, as quais, se alguma vez fossem escritas em todos os pormenores, suponho que o próprio mundo não poderia conter os rolos escritos" (João 21:1-25).

***

- A narrativa da ascensão de Jesus Cristo ressuscitado:

"No entanto, os onze discípulos foram para a Galiléia, para o monte que Jesus lhes designara, 17 e quando o viram, prestaram-lhe homenagem, mas alguns duvidaram. E Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: “Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Ide, portanto, e fazei discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as em o nome do Pai, e do Filho, e do espírito santo, ensinando-as a observar todas as coisas que vos ordenei. E eis que estou convosco todos os dias, até à terminação do sistema de coisas”" (Mateus 28:16-20).

"Mas ele os conduziu para fora, até Betânia, e, erguendo as suas mãos, abençoou-os. Enquanto os abençoava, foi separado deles e começou a ser levado para o céu. E prestaram-lhe homenagem e voltaram para Jerusalém com grande alegria. E estavam continuamente no templo, bendizendo a Deus" (Lucas 24:50-53).

"Tendo-se eles então reunido, perguntavam-lhe: “Senhor, é neste tempo que restabeleces o reino a Israel?” Disse-lhes ele: “Não vos cabe obter conhecimento dos tempos ou das épocas que o Pai tem colocado sob a sua própria jurisdição; mas, ao chegar sobre vós o espírito santo, recebereis poder e sereis testemunhas de mim tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até à parte mais distante da terra.” E, depois de dizer estas coisas, enquanto olhavam, foi elevado e uma nuvem o arrebatou para cima, fora da vista deles. E, enquanto fitavam os olhos no céu, durante a partida dele, eis que havia também dois homens em roupas brancas em pé ao lado deles, e estes disseram: “Homens da Galiléia, por que estais parados aí olhando para o céu? Este Jesus, que dentre vós foi acolhido em cima, no céu, virá assim da mesma maneira em que o observastes ir para o céu”" (Atos 1:6-11).

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- Jesus Cristo glorificado aparece diante de Saulo (que mais tarde será chamado de apóstolo Paulo), fica cego por três dias. Então, Jesus aparece ao discípulo chamado Ananias para batizar Saulo:

"Saulo, porém, respirando ainda ameaça e assassínio contra os discípulos do Senhor, foi ao sumo sacerdote e pediu-lhe cartas para as sinagogas em Damasco, a fim de trazer amarrados, para Jerusalém, quaisquer que achasse pertencendo ao Caminho, tanto homens como mulheres. Então, na viagem, aproximava-se de Damasco, quando repentinamente reluziu em volta dele uma luz do céu, e ele caiu ao chão e ouviu uma voz dizer-lhe: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” Ele disse: “Quem és, Senhor?” Ele disse: “Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Não obstante, levanta-te e entra na cidade, e ser-te-á dito o que tens de fazer.” Ora, os homens que viajavam com ele ficaram parados sem fala, ouvindo, deveras, o som duma voz, mas não observando nenhum homem. Saulo, porém, levantou-se do chão, e, embora se lhe abrissem os olhos, não via nada. De modo que o levaram pela mão e o conduziram a Damasco. E ele não viu nada, por três dias, e não comeu nem bebeu. Havia em Damasco certo discípulo de nome Ananias, e o Senhor disse-lhe numa visão: “Ananias!” Ele disse: “Eis-me aqui, Senhor.” O Senhor disse-lhe: “Levanta-te, vai à rua chamada Direita, e procura na casa de Judas um homem de nome Saulo, de Tarso. Pois, eis que está orando, e ele viu numa visão um homem de nome Ananias entrar e pôr as suas mãos sobre ele, para que recuperasse a vista.” Mas, Ananias respondeu: “Senhor, eu ouvi muitos falar deste homem, quantas coisas prejudiciais ele fez aos teus santos em Jerusalém. E ele tem aqui autoridade dos principais sacerdotes para pôr em laços a todos os que invocam o teu nome.” Mas o Senhor lhe disse: “Vai, porque este homem é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome às nações, bem como a reis e aos filhos de Israel. Pois eu lhe mostrarei claramente quantas coisas ele tem de sofrer por meu nome”" (Atos 9:1-16).

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- A visão do apóstolo João, então muito velho, de Jesus Cristo glorificado, no começo da narrativa do livro do Apocalipse: Estão no Santo do Templo Santuário:

"Eu, João, irmão e companheiro de vocês na tribulação, no reino e na perseverança em união com Jesus, me encontrava na ilha chamada Patmos, por ter falado a respeito de Deus e ter dado testemunho de Jesus. Por inspiração estive no dia do Senhor, e ouvi atrás de mim uma voz forte, semelhante ao som de uma trombeta, dizendo: “O que você vê, escreva num rolo e envie a estas sete congregações: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodiceia.” Eu me virei para ver quem estava falando comigo e, quando me virei, vi sete candelabros de ouro e, no meio dos candelabros, alguém semelhante a um filho de homem, vestido com uma roupa que chegava até os pés e uma faixa de ouro em volta do peito.  Além disso, sua cabeça e seus cabelos eram brancos como lã branca, como neve; seus olhos eram como chama ardente; seus pés eram semelhantes a cobre refinado, quando reluz na fornalha; e sua voz era como o som de muitas águas. E ele tinha sete estrelas na mão direita, e da sua boca se estendia uma longa espada afiada de dois gumes, e seu rosto era como o sol brilhando com toda a sua força. Quando o vi, caí como que morto aos seus pés. Então ele pôs a mão direita sobre mim e disse: “Não tenha medo. Eu sou o Primeiro e o Último, e aquele que vive. Estive morto, mas agora vivo para todo o sempre, e tenho as chaves da morte e da Sepultura. Portanto, escreva as coisas que viu, as coisas que estão ocorrendo agora e as coisas que ocorrerão depois destas. Este é o segredo sagrado das sete estrelas que você viu na minha mão direita e dos sete candelabros de ouro: as sete estrelas representam os anjos das sete congregações, e os sete candelabros representam as sete congregações" (Apocalipse 1:9-20).

Aquela visão que o apóstolo João teve, então tendo entre 90 e 100 anos (em 96 de Era Comum), pode corresponder à profecia de Jesus Cristo ressuscitado, que ele fez ao apóstolo Pedro, a respeito  de João, ou seja, ver Jesus glorificado, em seu retorno (João 21 a parte da conversa entre Jesus e Pedro).

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- A visão do apóstolo João de Jesus Cristo glorificado, na narrativa do livro do Apocalipse, como um cavaleiro que vai contra nações com uma espada afiada:

"E eu vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos, e ouvi uma das quatro criaturas viventes dizer com voz como de trovão: “Vem!” E eu vi, e eis um cavalo branco; e o que estava sentado nele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e ele saiu vencendo e para completar a sua vitória" (Apocalipse 6:1,2).

"E eu vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. E o sentado nele chama-se Fiel e Verdadeiro, e ele julga e guerreia em justiça. Seus olhos são chama ardente e na sua cabeça há muitos diademas. Ele tem um nome escrito que ninguém conhece, exceto ele mesmo, e está vestido duma roupa exterior manchada de sangue, e o nome pelo qual é chamado é A Palavra de Deus. Seguiam-no também os exércitos que havia no céu, montados em cavalos brancos, e eles se trajavam de linho fino, branco e puro. E da sua boca se estende uma longa espada afiada, para que golpeie com ela as nações, e ele as pastoreará com vara de ferro. Ele pisa também o lagar de vinho da ira do furor de Deus, o Todo-poderoso. E sobre a sua roupa exterior, sim, sobre a sua coxa, ele tem um nome escrito: Rei dos reis e Senhor dos senhores" (Apocalipse 19:11-16).

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- As visões do Apocalipse, a respeito de Jesus Cristo glorificado como Rei e Sumo Sacerdote, devem nos fazer pensar. Jesus Cristo não é mais uma criança inofensiva em uma manjedoura. Jesus Cristo não é mais a representação de um homem sacrificado e morto, pregado pelas mãos e pés com o lado perfurado por uma lança. Jesus Cristo é atualmente um Rei e Sumo Sacerdote que tem direito de vida e morte sobre cada um de nós, os vivos, mas também sobre os mortos que serão ressuscitados. O ressuscitado Jesus Cristo (Yehoshuah Mashiah) disse pouco antes de sua ascensão que seu Pai Jeová Deus (YHWH Elohim) havia lhe dado toda autoridade (Mateus 28:19,20). Além disso, aqui estão duas passagens bíblicas que ilustrarão este importante ponto de ensino, permitindo-nos ver em Jesus Cristo um Rei agora no cargo, ambos benevolentes, mas também reverencialmente a ser temido:

“Nem todo o que me disser: ‘Senhor, Senhor’, entrará no reino dos céus, senão aquele que fizer a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome e não expulsamos demônios em teu nome, e não fizemos muitas obras poderosas em teu nome?’ Contudo, eu lhes confessarei então: Nunca vos conheci! Afastai-vos de mim, vós obreiros do que é contra a lei” (Mateus 7:21-23).

“Quando o Filho do homem chegar na sua glória, e com ele todos os anjos, então se assentará no seu trono glorioso. E diante dele serão ajuntadas todas as nações, e ele separará uns dos outros assim como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. E porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos à sua esquerda.

 “O rei dirá então aos à sua direita: ‘Vinde, vós os que tendes sido abençoados por meu Pai, herdai o reino preparado para vós desde a fundação do mundo. Pois fiquei com fome, e vós me destes algo para comer; fiquei com sede, e vós me destes algo para beber. Eu era estranho, e vós me recebestes hospitaleiramente; estava nu, e vós me vestistes. Fiquei doente, e vós cuidastes de mim. Eu estava na prisão, e vós me visitastes.’ Então, os justos lhe responderão com as palavras: ‘Senhor, quando te vimos com fome, e te alimentamos, ou com sede, e te demos algo para beber? Quando te vimos como estranho, e te recebemos hospitaleiramente, ou nu, e te vestimos? Quando te vimos doente, ou na prisão, e te fomos visitar?’ E o rei lhes dirá, em resposta: ‘Deveras, eu vos digo: Ao ponto que o fizestes a um dos mínimos destes meus irmãos, a mim o fizestes.’

“Então dirá, por sua vez, aos à sua esquerda: ‘Afastai-vos de mim, vós os que tendes sido amaldiçoados, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos. Pois fiquei com fome, mas vós não me destes nada para comer, e fiquei com sede, mas vós não me destes nada para beber. Eu era estranho, mas vós não me recebestes hospitaleiramente; [estava] nu, mas vós não me vestistes; doente e na prisão, mas vós não cuidastes de mim.’ Então responderão também estes com as palavras: ‘Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estranho, ou nu, ou doente, ou na prisão, e não te ministramos?’ Então lhes responderá com as palavras: ‘Deveras, eu vos digo: Ao ponto que não o fizestes a um destes mínimos, a mim não o fizestes.’ E estes partirão para o decepamento eterno, mas os justos, para a vida eterna” (Mateus 25:31-46; veja também Salmo 2 e Apocalipse capítulos 1-3).

"você ficará cheio de alegria" (Deuteronômio 16:15)

 

A VIDA ETERNA
POR MEIO DO RESGATE DO SACRIFÍCIO DE JESUS CRISTO

 

“E o próprio Jeová fez recuar a condição cativa de Jó quando ele orou a favor dos seus companheiros, e, adicionalmente, Jeová começou a dar em dobro tudo o que fora de Jó” (Jó 42:10). Acontecerá o mesmo para toda a Grande Multidão que sairá da Grande Tribulação. Jeová Deus, por meio do Rei Jesus Cristo, lembrar-se-á carinhosamente deles, enchendo-os de bênçãos, esta vez, durante toda eternidade, como o discípulo de Tiago recordou: “Eis que proclamamos felizes os que perseveraram. Ouvistes [falar] da perseverança de Jó e vistes o resultado que Jeová deu, que Jeová é mui terno em afeição e [é] misericordioso” (Tiago 5:11).

(O sacrifício de Cristo tem um valor propiciatório que permite o perdão de Deus e um valor de resgate que permite uma troca de corpos através da ressurreição, da cura o da regeneração e do rejuvenescimento)

A LIBERTAÇÃO DA HUMANIDADE:

AS CURAS MILAGROSAS

“E nenhum residente dirá: “Estou doente.” O povo que mora na [terra] serão os a quem se perdoa seu erro” (Isaías 33:24).

“Naquele tempo abrir-se-ão os olhos dos cegos e destapar-se-ão os próprios ouvidos dos surdos. Naquele tempo o coxo estará escalando como o veado e a língua do mudo gritará de júbilo. Pois no ermo terão arrebentado águas, e torrentes na planície desértica” (Isaías 35:5,6).

A LIBERTAÇÃO DA HUMANIDADE:

O REJUVENESCER

“Torne-se a sua carne mais fresca do que na infância; Volte ele aos dias do seu vigor juvenil” (Jó 33:25).

A LIBERTAÇÃO DA HUMANIDADE:

A RESSURREIÇÃO TERRESTRE

“E muitos dos adormecidos no solo de pó acordarão, estes para a vida de duração indefinida e aqueles para vitupérios [e] para abominação de duração indefinida” (Daniel 12:2).

“Eu tenho esperança para com Deus, esperança que estes mesmos [homens] também alimentam, de que há de haver uma ressurreição tanto de justos como de injustos” (Atos 24:15) (A ressurreição terrestreA ressurreição celestial)

 A LIBERTAÇÃO DA HUMANIDADE ATRAVÉS DA ADMINISTRAÇÃO TERRESTRE DO REINO DE DEUS

“E eu vi um novo céu e uma nova terra; pois o céu anterior e a terra anterior tinham passado, e o mar já não é. Vi também a cidade santa, Nova Jerusalém, descendo do céu, da parte de Deus, e preparada como noiva adornada para seu marido. Com isso ouvi uma voz alta do trono dizer: “Eis que a tenda de Deus está com a humanidade, e ele residirá com eles e eles serão os seus povos. E o próprio Deus estará com eles. E enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram” (Apocalipse 21:1-4).

(A administração terrestre do Reino de DeusO príncipe; O sacerdote; O levita)

"Alegrai-vos em Jeová e sede jubilosos, ó justos;
E gritai de júbilo, todos os que sois retos no coração" (Salmos 32:11)

Os justos viverão para sempre e os iníquos perecerão

“Felizes os de temperamento brando, porque herdarão a terra” (Mateus 5:5).

“E apenas mais um pouco, e o iníquo não mais existirá; E estarás certamente atento ao seu lugar, e ele não existirá. Mas os próprios mansos possuirão a terra E deveras se deleitarão na abundância de paz. O iníquo está tramando contra o justo, E contra ele range os dentes. O próprio Jeová se rirá dele, Porque certamente vê que virá o seu dia. Os iníquos desembainharam a própria espada e entesaram seu arco Para fazer cair o atribulado e o pobre, Para abater os que são retos no seu caminho. Sua própria espada penetrará no seu coração E seu próprio arco será quebrado. (...) Porque os próprios braços dos iníquos serão quebrados, Mas Jeová estará sustentando os justos. (...) Porque os próprios iníquos perecerão E os inimigos de Jeová serão como a preciosidade dos pastos; Terão de chegar ao seu fim. Terão de chegar ao seu fim em fumaça. (...) Os próprios justos possuirão a terra E residirão sobre ela para todo o sempre. (...) Espera em Jeová e guarda seu caminho, E ele te exaltará para tomares posse da terra. Quando os iníquos forem decepados, tu o verás. (...) Vigia o inculpe e mantém a vista no homem reto, Porque o futuro deste homem será pacífico. Mas os próprios transgressores serão aniquilados juntos; O futuro de gente iníqua será deveras decepado. E a salvação dos justos vem de Jeová; Ele é o seu baluarte no tempo da aflição. E Jeová os ajudará e os porá a salvo. Ele os porá a salvo dos iníquos e os salvará, Porque se refugiaram nele” (Salmos 37:10-15, 17, 20, 29, 34, 37-40).

“O objetivo é que andes no caminho de gente boa e que guardes as veredas dos justos. Pois os retos são os que residirão na terra e os inculpes são os que remanescerão nela. Quanto aos iníquos, serão decepados da própria terra; e quanto aos traiçoeiros, serão arrancados dela. (...) As bênçãos são para a cabeça do justo, mas quanto à boca dos iníquos, ela encobre a violência. A recordação do justo está para ser abençoada, mas o próprio nome dos iníquos apodrecerá” (Provérbios 2:20-22; 10:6,7).

As guerras cessarão, haverá paz nos corações e em toda a terra

“Ouvistes que se disse: ‘Tens de amar o teu próximo e odiar o teu inimigo.’ No entanto, eu vos digo: Continuai a amar os vossos inimigos e a orar pelos que vos perseguem; para que mostreis ser filhos de vosso Pai, que está nos céus, visto que ele faz o seu sol levantar-se sobre iníquos e sobre bons, e faz chover sobre justos e sobre injustos.  Pois, se amardes aos que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem também a mesma coisa os cobradores de impostos? E, se cumprimentardes somente os vossos irmãos, que fazeis de extraordinário? Não fazem também a mesma coisa as pessoas das nações? Concordemente, tendes de ser perfeitos, assim como o vosso Pai celestial é perfeito” (Mateus 5:43-48).

“Pois, se perdoardes aos homens as suas falhas, também o vosso Pai celestial vos perdoará; ao passo que, se não perdoardes aos homens as suas falhas, tampouco o vosso Pai vos perdoará as vossas falhas” (Mateus 6:14,15).

“Jesus lhe disse então: “Devolva a espada ao seu lugar, pois todos os que tomarem a espada morrerão pela espada”” (Mateus 26:52).

"Vinde, observai as atividades de Jeová, Como ele tem posto eventos assombrosos na terra. Ele faz cessar as guerras até a extremidade da terra. Destroça o arco e retalha a lança; As carroças ele queima no fogo" (Salmos 46:8,9).

“E ele certamente fará julgamento entre as nações e resolverá as questões com respeito a muitos povos. E terão de forjar das suas espadas relhas de arado, e das suas lanças, podadeiras. Não levantará espada nação contra nação, nem aprenderão mais a guerra” (Isaías 2:4).

“E na parte final dos dias terá de acontecer que o monte da casa de Jeová ficará firmemente estabelecido acima do cume dos montes e certamente se elevará acima dos morros; e a ele terão de afluir os povos. E muitas nações certamente irão e dirão: “Vinde, e subamos ao monte de Jeová e à casa do Deus de Jacó; e ele nos instruirá sobre os seus caminhos e nós andaremos nas suas veredas.” Pois de Sião sairá a lei e de Jerusalém a palavra de Jeová. E ele certamente fará julgamento entre muitos povos e resolverá as questões com respeito a poderosas nações longínquas. E terão de forjar das suas espadas relhas de arado, e das suas lanças, podadeiras. Não levantarão espada, nação contra nação, nem aprenderão mais a guerra. E realmente sentar-se-ão, cada um debaixo da sua videira e debaixo da sua figueira, e não haverá quem os faça tremer; porque a própria boca de Jeová dos exércitos falou isso” (Miquéias 4:1-4).

Haverá bastante comida em toda a terra

"Virá a haver bastante cereal na terra; No cume dos montes haverá superabundância. Seu fruto será como no Líbano, E os da cidade florirão como a vegetação da terra" (Psalms 72:16).

"E ele certamente dará a chuva para a tua semente com que semeias o solo e pão como produto do solo, que terá de tornar-se pingue e oleoso. Teu gado pastará naquele dia num pasto amplo" (Isaías 30:23).

Os relatos dos milagres de Jesus Cristo na terra,

para fortalecer a fé na vida eterna

"De fato, há também muitas outras coisas que Jesus fez. Se fossem escritas em todos os detalhes, suponho que o próprio mundo não poderia conter os rolos escritos" (João 21:25)

 As curas feitas por Jesus Cristo e os apóstolos eram "recreações"

As doenças e deficiências, sejam virais, bacterianas ou relacionadas a acidentes da vida, podem deixar consequências irreversíveis no corpo humano: mão seca, provavelmente uma deformação hereditária ou genética (Lucas 6:6-11), cegueira, por acidente ou herança genética (Mateus 9:27-31; Lucas 18:35-42), surdez e deficiência das habilidades motoras da fala (Marcos 7:31-37), a lepra, uma doença causada por um bacilo (Mycobacterium leprae) que causa danos ao o sistema nervoso periférico, pele e várias partes do corpo (Marcos 1:40-42; Lucas 17:11-19). Todas essas curas milagrosas, e muitas mais (João 21:25), exigiam até mesmo uma "recriação" parcial da parte do corpo humano afetada pela doença ou seus efeitos físicos posteriores.

A ressurreição de Lázaro, o amigo de Jesus Cristo, foi particularmente espetacular e exigiu uma recriação significativa, mesmo parcial, de seu corpo para que voltasse à vida (João 11:30-44). O relato nos informa que Lázaro já estava morto há quatro dias. Quando Jesus Cristo pediu que se abrisse o túmulo, Marta, a irmã do falecido, objetou: "Senhor, ele já deve estar cheirando, porque já faz quatro dias", o que mostra que o corpo de Lázaro estava começando a se decompor. A ressurreição de Lázaro foi uma recriação parcial de seu corpo humano (palingénesia (em grego) (Mateus 19:28)). Portanto, é evidente que aquelas curas milagrosas por "recriação", hoje não existem mais nas congregações cristãs.

A simplicidade e o realismo dos relatos dos milagres

"Aproximaram-se-lhe então grandes multidões, trazendo coxos, aleijados, cegos, mudos e muitos outros, e quase que os lançavam aos seus pés, e ele os curava; de modo que a multidão ficou pasmada de ver os mudos falar, e os coxos andar, e os cegos ver, e glorificavam o Deus de Israel"

(Mateus 15:30,31)

Ao ler os vários relatos de curas milagrosas na Bíblia, geralmente são simples e concisos. Às vezes, parecem indicar que Jesus Cristo estava considerando os sentimentos da pessoa que ele iria curar. Jesus Cristo tinha grande discernimento do que seus interlocutores pensavam (Mateus 9:2-8; Lucas 5: 17-26 “E Jesus, sabendo os seus pensamentos, disse: “Por que imaginais coisas iníquas nos vossos corações?"”). O que era verdade para eles também era verdade para alguns dos doentes que ele iria curar. Por exemplo, a respeito da cura de um cego de nascença, em João capítulo 9:1-7, Jesus Cristo cobriu seus olhos com um pouco de barro que umedeceu com sua saliva e ordenou-lhe, sem o acompanhar, que fosse lavar seus olhos na piscina de Siloé. Por outro lado, o relato do evangelho de Marcos 8:22-25, para a cura de outro cego, está escrito que os habitantes de uma aldeia, trazem um cego até ele. Jesus Cristo, pegando-o pela mão, leva-o para fora da aldeia. Ele realiza um processo de cura gradual, em duas etapas, para restaurar a sua visão, de modo que a pessoa cega provavelmente não sofra dum choque emocional.

Outro relato da cura de um surdo-mudo é muito comovente: “Voltando então das regiões de Tiro, passou por Sídon para o mar da Galiléia, subindo através das regiões de Decápolis. Ali lhe trouxeram um surdo com um impedimento na fala, e suplicaram-lhe que pusesse a sua mão sobre ele. E ele o levou à parte, separado da multidão, e pôs os seus dedos nos ouvidos do homem, e, depois de cuspir, tocou na língua dele. E, com um olhar para o céu, suspirou profundamente e disse-lhe: “Efatá”, isto é: “Abre-te.” Ora, sua faculdade de ouvir foi aberta e o impedimento de sua língua foi solto, e começou a falar normalmente. Com isso os advertiu que a ninguém o dissessem; mas, quanto mais os advertia, tanto mais o proclamavam. Deveras, estavam ficando assombrados de maneira mais extraordinária, dizendo: “Todas as coisas ele tem feito bem. Faz até os surdos ouvir e os mudos falar”" (Marcos 7:31-37).

O fato de Jesus Cristo estar conduzindo este homem para fora da multidão, mostra que ele entende que talvez tenha medo do tumulto e da agitação das pessoas ansiosas para descobrir se de algum modo o curará. Esse homem surdo e mudo está completamente aprisionado num silêncio interior absoluto. A multidão o apresenta a Jesus, a quem ele não conhece e que não sabe, o que vai fazer com ele. Assim, a descrição dos gestos da sua cura, é talvez uma forma que Jesus Cristo tem, de fazer este homem compreender o que faz, isto é, curá-lo ("pôs os seus dedos nos ouvidos") com a ajuda de Deus ("olhar para o céu").

Os únicos relatos de milagres em que há gritos e convulsões, é quando Jesus Cristo confronta demônios que se tomaram posse  de certos seres humanos, às vezes causando ataques epilépticos muito violentos (o que não significa que a epilepsia seja uma doença a ser atribuída ao demonismo. O relato do evangelho descreve a epilepsia como uma das consequências da possessão, que pode ter outras, como uma força humana extraordinária ou dons de adivinhação) (Mateus 8:28-34; 17:14-20; Lucas 4:31-37). No entanto, a maioria dos relatos bíblicos de milagres são simples e concisos.

Os dons de curas milagrosas eram uma acreditação divina de que a pessoa ou o grupo de pessoas tinha a aprovação de Deus e o Espírito Santo

“Rabi, sabemos que tu, como instrutor, tens vindo de Deus; pois, ninguém pode realizar esses sinais que tu realizas, a menos que Deus esteja com ele”

(João 3:2)

Foi um professor da Lei, honesto e sincero, chamado Nicodemos, quem disse essas palavras. Da mesma forma, quando os apóstolos realizaram tais sinais, não houve dúvida para os observadores de que eles tinham o espírito santo: "Além disso, por intermédio das mãos dos apóstolos continuavam a ocorrer muitos sinais e portentos entre o povo; e todos eles estavam de comum acordo na colunata de Salomão" (Atos 5:12-16). No entanto, alguns dos fariseus na presença de Cristo chegaram ao ponto de contestar essa evidência. Vamos ler a resposta de Cristo:

"Trouxeram-lhe então um homem possesso de demônio, cego e mudo, e ele o curou, de modo que o mudo falava e via. Ora, todas as multidões ficaram simplesmente arrebatadas e começaram a dizer: “Não é este talvez o Filho de Davi?” Ouvindo isso, os fariseus disseram: “Este não expulsa os demônios senão por meio de Belzebu, o governante dos demônios.” Conhecendo os pensamentos deles, disse-lhes: “Todo reino dividido contra si mesmo cai em desolação, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não permanece. Do mesmo modo, se Satanás expulsa a Satanás, ele ficou dividido contra si mesmo; como permanecerá então o seu reino? Ainda mais, se eu expulso os demônios por meio de Belzebu, por meio de quem os expulsam os vossos filhos? É por isso que eles serão os vossos juízes. Mas, se é por meio do espírito de Deus que eu expulso os demônios, o reino de Deus vos tem realmente alcançado. Ou como pode alguém invadir a casa dum homem forte e apoderar-se de seus bens móveis, a menos que primeiro amarre o homem forte? E depois saqueará a casa dele. Quem não está do meu lado é contra mim, e quem comigo não ajunta, espalha" (Mateus 12:22-30).

Logicamente Jesus Cristo voltou contra eles esta acusação gratuita dos fariseus com esta simples pergunta: "Ainda mais, se eu expulso os demônios por meio de Belzebu, por meio de quem os expulsam os vossos filhos?". No entanto, Jesus Cristo não considerou essa acusação inofensiva, muito pelo contrário. Jesus Cristo dou este aviso para serem levados muito a sério; tenha cuidado para não pecar contra o espírito santo: "Por esta razão, eu vos digo: Toda sorte de pecado e blasfêmia será perdoada aos homens, mas a blasfêmia contra o espírito não será perdoada. Por exemplo, quem falar uma palavra contra o Filho do homem, ser-lhe-á perdoado; mas quem falar contra o espírito santo, não lhe será perdoado, não, nem neste sistema de coisas, nem no que há de vir" (Mateus 12:31,32).

Jesus Cristo e o primeiro milagre escrito no Evangelho de João, ele transforma água em vinho: "Ora, no terceiro dia realizou-se uma festa de casamento em Caná da Galiléia, e a mãe de Jesus estava lá.  Jesus e seus discípulos foram também convidados para a festa de casamento. Quando o vinho estava escasseando, a mãe de Jesus disse-lhe: “Eles não têm vinho.” Mas Jesus disse-lhe: “Que tenho eu que ver contigo, mulher? Minha hora não chegou ainda.”  Sua mãe disse aos que ministravam: “O que ele vos disser, fazei.” Acontece que havia ali seis talhas de pedra, para água, conforme exigidas pelas regras de purificação dos judeus, cada uma capaz de conter duas ou três medidas de líquidos. Jesus disse-lhes: “Enchei com água as talhas.” E encheram-nas até em cima. E ele lhes disse: “Tirai agora um pouco e levai-o ao diretor da festa.” Levaram-no assim. Ora, quando o diretor da festa provou a água que tinha sido transformada em vinho, mas sem saber donde vinha, embora o soubessem os ministrantes que haviam tirado a água, o diretor da festa chamou o noivo  e disse-lhe: “Todo outro homem apresenta primeiro o vinho excelente, e, quando as pessoas ficam inebriadas, o inferior. Tu reservaste o vinho excelente até agora.” Jesus realizou isso em Caná da Galiléia, como princípio dos seus sinais, e tornou manifesta a sua glória; e seus discípulos depositaram nele a sua fé” (João 2:1-11).

Jesus Cristo cura o filho dum assistente do rei: “Por conseguinte, ele veio novamente à Caná da Galiléia, onde transformara a água em vinho. Havia então ali certo assistente do rei, cujo filho estava doente em Cafarnaum. Quando este homem ouviu que Jesus saíra da Judéia para a Galiléia, foi ter com ele e começou a pedir-lhe que descesse e sarasse seu filho, pois estava às portas da morte.  Jesus, porém, disse-lhe: “A menos que vós vejais sinais e prodígios, de modo algum acreditareis.” O assistente do rei disse-lhe: “Senhor, desce antes de minha criancinha morrer.” Jesus disse-lhe: “Vai; teu filho vive.” O homem acreditou na palavra que Jesus lhe falou e foi embora. Mas, enquanto ainda estava descendo, vieram ao encontro dele seus escravos para dizer que seu menino estava vivo. Começou assim a indagar deles a hora em que ficou melhor de saúde. Concordemente lhe disseram: “Ontem, na sétima hora, a febre o abandonou.” Portanto, o pai sabia que fora naquela mesma hora que Jesus lhe dissera: “Teu filho vive.” E ele e toda a sua família creram. Demais, este foi o segundo sinal que Jesus realizou depois de sair da Judéia para a Galiléia” (João 4:46-54).

Jesus Cristo cura um homem possuído por um demônio em Cafarnaum: “E desceu a Cafarnaum, uma cidade da Galiléia. E ele os ensinava no sábado; e ficaram assombrados com o seu modo de ensinar, porque a sua palavra era com autoridade. Ora, havia na sinagoga um homem com um espírito, um demônio impuro, e ele gritava com voz alta:  “Ah! que temos nós contigo, Jesus, nazareno? Vieste destruir-nos? Sei exatamente quem és, o Santo de Deus.” Mas Jesus censurou-o, dizendo: “Cala-te e sai dele.” Assim, depois de lançar o homem no meio deles, saiu dele o demônio sem lhe fazer dano. Em vista disso, todos se assombraram e começaram a conversar entre si, dizendo: “Que sorte de palavra é esta, porque ordena aos espíritos impuros com autoridade e poder, e eles saem?” De modo que a notícia a respeito dele se espalhava por todo canto da região circunvizinha” (Lucas 4:31-37).

Jesus Cristo expulsa demônios no país dos gadarenos (atual Jordânia, parte oriental do rio Jordão, perto do Lago Tiberíades): "Quando chegou à outra margem, ao país dos gadarenos, vieram-lhe ao encontro dois homens possessos de demônios, saindo dentre os túmulos memoriais, extremamente ferozes, de modo que ninguém tinha a coragem de passar por aquela estrada. E eis que bradavam, dizendo: “Que temos nós contigo, Filho de Deus? Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo designado?” Ora, bastante longe dali havia uma manada de muitos porcos pastando. Os demônios começaram assim a suplicar-lhe, dizendo: “Se nos expulsares, envia-nos para a manada de porcos.” Concordemente, ele lhes disse: “Ide!” Eles saíram e passaram para os porcos; e eis que toda a manada se precipitou despenhadeiro abaixo, para dentro do mar, e morreu nas águas. Mas os porqueiros fugiram, e, entrando na cidade, relataram tudo, inclusive o caso dos homens possessos de demônios. E eis que toda a cidade saiu e veio ao encontro de Jesus; e, tendo-o visto, instaram muito com ele para que saísse dos seus distritos” (Mateus 8:28-34).

Jesus Cristo cura a sogra do apóstolo Pedro: "Ao entrar na casa de Pedro, Jesus viu a sogra deste de cama e com febre. 15 Então tocou na mão dela e a febre a deixou, e ela se levantou e começou a servi-lo" (Mateus 8:14,15).

Jesus Cristo cura um homem com a mão direita paralisada: "No decorrer de outro sábado, entrou na sinagoga e começou a ensinar. E havia ali um homem cuja mão direita estava ressequida. Os escribas e fariseus observavam-no então de perto para ver se havia de curar no sábado, a fim de acharem um modo de acusá-lo. Ele sabia, porém, dos seus raciocínios; contudo, disse ao homem com a mão ressequida: “Levanta-te e fica em pé no centro.” E ele se levantou e ficou em pé. Jesus disse-lhes então: “Eu vos pergunto: É lícito, no sábado, fazer o bem ou causar dano, salvar ou destruir uma alma?” E, depois de olhar em volta para todos eles, disse ao homem: “Estende a tua mão.” E ele fez isso, e a sua mão foi restabelecida. Mas eles se encheram de insensatez e começaram a falar entre si sobre o que poderiam fazer a Jesus” (Lucas 6:6-11).

Jesus Cristo cura um homem com hidropisia (edema, excesso de fluido no corpo): “E, numa ocasião em que entrou na casa de certo dos governantes dos fariseus, no sábado, para tomar uma refeição, eles o estavam observando de perto. E eis que havia diante dele certo homem que padecia de hidropisia.  Assim, como resposta, Jesus falou aos versados na Lei e aos fariseus, dizendo: “É lícito ou não curar no sábado?” Mas eles ficaram calados. Em vista disso, pegou no homem, curou-o e o mandou embora. E ele lhes disse: “Quem de vós, quando o seu filho ou touro cai num poço, não o puxa imediatamente para fora, no dia de sábado?” E não lhe puderam replicar nestas coisas" (Lucas 14:1-6).

Jesus Cristo cura um cego: "Quando Jesus estava chegando perto de Jericó, um cego estava sentado à beira da estrada, mendigando. Visto que ouviu uma multidão passando, ele perguntou o que estava acontecendo. Disseram-lhe: “Jesus, o Nazareno, está passando!” Em vista disso, ele gritou: “Jesus, Filho de Davi, tenha misericórdia de mim!” E os que estavam na frente começaram a censurá-lo, mandando que ficasse calado, mas ele gritava ainda mais: “Filho de Davi, tenha misericórdia de mim!” Jesus parou, então, e ordenou que o homem lhe fosse trazido. Depois que ele se aproximou, Jesus lhe perguntou: “O que você quer que eu faça por você?” Ele disse: “Senhor, deixe-me recuperar a visão.” De modo que Jesus lhe disse: “Recupere a visão. A sua fé fez você ficar bom.” E ele recuperou instantaneamente a visão e começou a segui-lo, glorificando a Deus. Também todas as pessoas, ao verem isso, deram louvor a Deus" (Lucas 18:35-43).

Jesus Cristo cura dois cegos: “Enquanto Jesus passava adiante, seguiam-no dois cegos, clamando e dizendo: “Tem misericórdia de nós, Filho de Davi.” Tendo ele entrado na casa, dirigiram-se a ele os cegos e Jesus perguntou-lhes: “Tendes fé que eu possa fazer isso?” Responderam-lhe: “Sim, Senhor.” Então tocou nos olhos deles, dizendo: “Aconteça-vos segundo a vossa fé.” E os olhos deles receberam visão. Ainda mais, Jesus advertiu-os severamente, dizendo: “Cuidai de que ninguém venha a saber disso.” Mas eles, uma vez fora, tornaram isso público a respeito dele, em toda aquela região” (Mateus 9:27-31).

Jesus Cristo cura um surdo mudo: “Voltando então das regiões de Tiro, passou por Sídon para o mar da Galiléia, subindo através das regiões de Decápolis. Ali lhe trouxeram um surdo com um impedimento na fala, e suplicaram-lhe que pusesse a sua mão sobre ele. E ele o levou à parte, separado da multidão, e pôs os seus dedos nos ouvidos do homem, e, depois de cuspir, tocou na língua dele. E, com um olhar para o céu, suspirou profundamente e disse-lhe: “Efatá”, isto é: “Abre-te.” Ora, sua faculdade de ouvir foi aberta e o impedimento de sua língua foi solto, e começou a falar normalmente. Com isso os advertiu que a ninguém o dissessem; mas, quanto mais os advertia, tanto mais o proclamavam. Deveras, estavam ficando assombrados de maneira mais extraordinária, dizendo: “Todas as coisas ele tem feito bem. Faz até os surdos ouvir e os mudos falar”” (Marcos 7:31-37).

Jesus Cristo cura um leproso: "Aproximou-se dele também um leproso, suplicando-lhe até de joelhos: “Se o senhor apenas quiser, pode me purificar.” Em vista disso, ele teve pena; e estendeu a mão, tocou no homem e lhe disse: “Eu quero! Seja purificado.” Imediatamente a lepra desapareceu dele, e ele ficou purificado" (Marcos 1:40-42).

A cura dos dez leprosos: "E, enquanto ele ia a Jerusalém, passava pelo meio de Samaria e Galiléia. E, ao entrar em certa aldeia, vieram ao encontro dele dez homens leprosos, mas ficaram parados de longe.  E elevaram as suas vozes e disseram: “Jesus, Preceptor, tem misericórdia de nós!” E quando os avistou, disse-lhes: “Ide e mostrai-vos aos sacerdotes.” Então, enquanto se afastavam, ocorreu a purificação deles. Um deles, quando viu que estava curado, voltou, glorificando a Deus com voz alta. E ele se prostrou com o rosto [em terra] aos pés de Jesus, agradecendo-lhe; ademais, ele era samaritano. Jesus disse, em resposta: “Dez foram purificados, não foram? Onde estão, então, os outros nove? Não se achou nenhum que voltasse para dar glória a Deus, exceto este homem de outra nação?” E disse-lhe: “Levanta-te e vai; a tua fé te fez ficar bom”” (Lucas 17:11-19).

Jesus Cristo cura um paralítico: "Depois disso houve uma festividade dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. Em Jerusalém, junto ao Portão das Ovelhas, há um reservatório com cinco pórticos, chamado em hebraico de Betezata. Naquele lugar se deitava uma multidão de doentes, cegos, mancos e pessoas que tinham membros atrofiados. E ali havia um homem que já estava doente por 38 anos. Vendo aquele homem deitado ali, e sabendo que ele já estava doente por muito tempo, Jesus lhe disse: “Você quer ficar bom?” O doente respondeu: “Senhor, não tenho ninguém para me colocar no reservatório quando a água fica agitada; mas, quando eu estou indo, outro desce na minha frente.” Jesus lhe disse: “Levante-se! Pegue a sua esteira e ande.” E o homem ficou imediatamente bom, pegou a sua esteira e começou a andar" (João 5:1-9).

Jesus Cristo cura um epiléptico: “E, ao se chegarem à multidão, aproximou-se-lhe um homem que se ajoelhou diante dele e disse: “Senhor, tem misericórdia de meu filho, porque ele é epiléptico e está enfermo, pois cai muitas vezes no fogo e muitas vezes na água; 16 e eu o trouxe aos teus discípulos, mas eles não o puderam curar.” Jesus disse, em resposta: “Ó geração sem fé e deturpada, até quando terei de continuar convosco? Até quando terei de suportar-vos? Trazei-mo aqui.”  Jesus censurou então o demônio e este saiu dele; e o menino ficou curado daquela hora em diante. Chegando-se então os discípulos a Jesus, em particular, disseram: “Por que é que nós não pudemos expulsá-lo?” Ele lhes disse: “Por terdes pouca fé. Pois, deveras, eu vos digo: Se tiverdes fé do tamanho dum grão de mostarda, direis a este monte: ‘Transfere-te daqui para lá’, e ele se transferirá, e nada vos será impossível”” (Mateus 17:14-20).

Um milagre sem saber: “Enquanto ia, as multidões o comprimiam. E uma mulher, por doze anos padecendo dum fluxo de sangue, que não conseguira cura da parte de ninguém, aproximou-se por detrás e tocou na orla de sua roupa exterior, e o seu fluxo de sangue parou instantaneamente. De modo que Jesus disse: “Quem foi que me tocou?” Quando todos o negavam, Pedro disse: “Preceptor, as multidões te rodeiam e apertam.” Contudo, Jesus disse: “Alguém me tocou, pois percebi que poder saiu de mim.” Vendo que não passara despercebida, a mulher veio trêmula e prostrou-se diante dele, e revelou perante todo o povo a causa pela qual o tocara e como fora curada instantaneamente. Mas ele lhe disse: “Filha, a tua fé te fez ficar boa; vai em paz”” (Lucas 8:42-48).

Jesus Cristo Cura à Distância: "Tendo completado todas as suas declarações aos ouvidos do povo, entrou em Cafarnaum. Ora, o escravo de certo oficial do exército, estimado por este, estava adoentado e quase à morte. Quando ele ouviu falar de Jesus, enviou-lhe anciãos dos judeus para lhe pedirem que viesse e fizesse seu escravo passar por isso a salvo. Os que se chegaram a Jesus começaram então a suplicar-lhe seriamente, dizendo: “Ele é digno de lhe concederes isso, porque ama a nossa nação e ele mesmo construiu para nós a sinagoga.” Jesus ia, pois, com eles. Mas, quando já não estava longe da casa, o oficial do exército já lhe enviara amigos para dizer-lhe: “Senhor, não te incomodes, pois não sou apto para que entres debaixo do meu teto. Por esta razão não me considerei digno de ir a ti. Mas, dize a palavra, e seja sarado meu servo. Pois eu também sou homem sujeito à autoridade, tendo soldados sob as minhas ordens, e digo a este: ‘Vai!’ e ele vai, e a outro: ‘Vem!’ e ele vem, e ao meu escravo: ‘Faze isto!’ e ele o faz.” Pois bem, quando Jesus ouviu estas coisas, maravilhou-se dele, e, voltando-se para a multidão que o seguia, disse: “Eu vos digo: Nem mesmo em Israel tenho encontrado tamanha fé.” E os que tinham sido enviados, voltando para a casa, encontraram o escravo de boa saúde” (Lucas 7:1-10).

Jesus Cristo cura uma mulher encurvada por 18 anos: "Ele estava então ensinando numa das sinagogas, no sábado. E eis uma mulher com um espírito de fraqueza, já por dezoito anos, e ela estava encurvada e não podia absolutamente endireitar-se. Quando a viu, Jesus dirigiu-lhe a palavra e disse-lhe: “Mulher, estás livre de tua fraqueza.” E pôs as suas mãos sobre ela; e ela se endireitou instantaneamente e começou a glorificar a Deus. Mas, em resposta, o presidente da sinagoga, indignado porque Jesus fizera a cura no sábado, começou a dizer à multidão: “Há seis dias em que se deve trabalhar; nestes, pois, vinde e sede curados, não no dia de sábado.” O Senhor, porém, respondeu-lhe e disse: “Hipócritas, não é que cada um de vós, no sábado, desata da baia o seu touro ou o seu jumento e o leva para dar-lhe de beber? Não era então apropriado que esta mulher, que é filha de Abraão, e a quem Satanás manteve amarrada, ora! por dezoito anos, fosse solta deste laço no dia de sábado?” Pois bem, quando ele disse estas coisas, todos os seus opositores começaram a ficar envergonhados; mas toda a multidão começou a alegrar-se com todas as coisas gloriosas feitas por ele" (Lucas 13:10-17).

Jesus Cristo cura a filha duma mulher fenícia: “Partindo dali, Jesus retirou-se então para os lados de Tiro e Sídon. E eis que uma mulher fenícia, daquelas regiões, saiu e gritou alto, dizendo: “Tem misericórdia de mim, Senhor, Filho de Davi. Minha filha está muito endemoninhada.” Mas ele não lhe respondeu nenhuma palavra. De modo que seus discípulos se aproximaram e começaram a solicitar-lhe: “Manda-a embora; porque persiste em clamar atrás de nós.” Em resposta, ele disse: “Não fui enviado a ninguém senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.” Chegando a mulher, começou a prestar-lhe homenagem, dizendo: “Senhor, ajuda-me!” Em resposta, ele disse: “Não é direito tirar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos.”  Ela disse: “Sim, Senhor; mas, realmente, os cachorrinhos comem as migalhas que caem da mesa dos seus amos.” Jesus disse-lhe então, em resposta: “Ó mulher, grande é a tua fé; aconteça-te conforme desejas.” E a filha dela ficou curada daquela hora em diante” (Mateus 15:21-28).

A pesca milagrosa: "Em certa ocasião, quando a multidão o apertava e escutava a palavra de Deus, ele estava parado à beira do lago de Genesaré. E viu dois barcos atracados à beira do lago, mas os pescadores tinham desembarcado e lavavam as suas redes. Embarcando num dos barcos, que era o de Simão, pediu-lhe que o afastasse um pouco da terra. Assentou-se então, e, de dentro do barco, começou a ensinar as multidões. Quando parou de falar, disse a Simão: “Rema para onde é fundo, e abaixai as vossas redes para uma pesca.” Simão, porém, disse em resposta: “Preceptor, labutamos toda a noite e não apanhamos nada, mas, ao teu pedido, abaixarei as redes.” Pois bem, quando fizeram isso, cercaram uma grande multidão de peixes. De fato, suas redes começaram a romper-se. Acenaram então para os seus associados no outro barco, para que viessem e os auxiliassem; e eles vieram, e encheram ambos os barcos, de modo que estes começaram a afundar-se. Vendo isso, Simão Pedro prostrou-se aos joelhos de Jesus, dizendo: “Afasta-te de mim, porque sou homem pecaminoso, Senhor.” Pois à vista da safra de peixes que apanharam, tanto ele como os com ele foram tomados de assombro, e assim também Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram parceiros de Simão. Mas Jesus disse a Simão: “Pára de estar com medo. Doravante apanharás vivos a homens.” Trouxeram assim os barcos de volta à terra, abandonaram tudo e o seguiram” (Lucas 5:1-11).

Jesus Cristo acalma uma tempestade: "Ele entrou num barco, e seus discípulos o seguiram. Levantou-se então uma grande tempestade no mar, de modo que o barco estava sendo coberto pelas ondas; mas ele estava dormindo. E eles foram acordá-lo, dizendo: “Senhor, salve-nos, pois estamos prestes a morrer!” No entanto, ele lhes disse: “Por que vocês estão com tanto medo, homens de pouca fé?” Então ele se levantou e censurou os ventos e o mar, e houve uma grande calmaria. De modo que os homens ficaram espantados e disseram: “Que homem é este? Até mesmo os ventos e o mar lhe obedecem.”" (Mateus 8:23-27). Esse milagre mostra que no paraíso terrestre não haverá mais tempestades ou inundações que causarão desastres.

Jesus Cristo andando sobre o mar: “Por fim, tendo despedido as multidões, subiu sozinho ao monte para orar. Embora ficasse tarde, estava ali sozinho. O barco já estava então a muitas centenas de metros da terra, sendo duramente castigado pelas ondas, porque o vento era contrário. Mas, no período da quarta vigília da noite, foi ter com eles andando sobre o mar. Quando o avistaram andando sobre o mar, os discípulos ficaram perturbados, dizendo: “É uma aparição!” E clamaram de temor. Mas, Jesus falou-lhes imediatamente com as palavras: “Coragem! Sou eu; não temais.” Pedro disse-lhe, em resposta: “Senhor, se és tu, ordena-me ir ter contigo por cima das águas.” Ele disse: “Vem.” Em vista disso, Pedro, descendo do barco, andou por cima das águas e dirigiu-se a Jesus. Mas, olhando para a ventania, ficou com medo, e, começando a afundar-se, clamou: “Senhor, salva-me!” Estendendo imediatamente a mão, Jesus agarrou-o e disse-lhe: “Ó tu, de pouca fé, por que cedeste à dúvida?” E, depois de terem novamente subido ao barco, cessou a ventania. Os que estavam no barco prestaram-lhe então homenagem, dizendo: “Tu és realmente o Filho de Deus.” E fizeram a travessia, desembarcando em Genesaré” (Mateus 14:23-33).

Jesus Cristo multiplica os pães: “Depois destas coisas, Jesus partiu, atravessando o mar da Galiléia, ou Tiberíades. Mas, seguia-o uma grande multidão, porque observavam os sinais que ele realizava nos enfermos.  Jesus subiu assim a um monte e estava ali sentado com os seus discípulos. Ora, estava próxima a páscoa, a festividade dos judeus.  Portanto, quando Jesus levantou os olhos e observou que uma grande multidão se chegava a ele, disse a Filipe: “Onde vamos comprar pães para estes comerem?” No entanto, dizia isso para prová-lo, pois ele mesmo sabia o que ia fazer. Filipe respondeu-lhe: “Pães no valor de duzentos denários não bastam para eles, para que cada um tenha um pouco.” Um dos seus discípulos, André, irmão de Simão Pedro, disse-lhe: “Há aqui um rapazinho que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos. Mas, o que são estes para tantos?” Jesus disse: “Fazei os homens recostar-se como numa refeição.” Ora, havia muita grama no lugar. Os homens recostaram-se assim, cerca de cinco mil em número.  Jesus tomou assim os pães, e, tendo dado graças, distribuiu-os aos recostados, do mesmo modo também os peixinhos, tantos quantos quiseram. Mas, quando ficaram saciados, ele disse aos seus discípulos: “Ajuntai os pedaços que sobraram, para que nada se desperdice.” Eles os ajuntaram, portanto, e encheram doze cestos com os pedaços dos cinco pães de cevada, que foram deixados pelos que haviam comido. Por isso, quando os homens viram os sinais que realizava, começaram a dizer: “Este é certamente o profeta que havia de vir ao mundo.” Jesus, portanto, sabendo que estavam para vir e apoderar-se dele para o fazerem rei, retirou-se novamente para o monte, sozinho”(João 6:1-15). Haverá comida em abundância por toda a terra (Salmos 72:16; Isaías 30:23).

Jesus Cristo ressuscita o filho de uma viúva: "Logo depois disso, ele viajou para uma cidade chamada Naim, e seus discípulos e uma grande multidão viajavam com ele. No momento em que se aproximava do portão da cidade, um morto estava sendo carregado para fora, o filho único de sua mãe. Além disso, ela era viúva. Uma multidão considerável da cidade também a acompanhava. Quando o Senhor a viu, teve pena dela e lhe disse: “Pare de chorar.” Depois se aproximou e tocou no esquife, e os carregadores ficaram parados. Então ele disse: “Jovem, eu lhe digo: Levante-se!” E o morto se sentou e começou a falar, e Jesus o entregou à sua mãe. Todos foram então tomados de temor e começaram a glorificar a Deus, dizendo: “Um grande profeta surgiu em nosso meio”, e: “Deus voltou sua atenção para seu povo.” E essa notícia sobre ele se espalhou por toda a Judeia e por toda a região ao redor" (Lucas 7:11-17).

Jesus Cristo ressuscita a filha de Jairo: "Enquanto ele ainda falava, chegou um representante do presidente da sinagoga, dizendo: “Sua filha morreu. Não incomode mais o Instrutor.” Ouvindo isso, Jesus lhe respondeu: “Não tenha medo, apenas tenha fé, e ela será salva.” Quando chegou à casa, não deixou ninguém entrar com ele, a não ser Pedro, João e Tiago, e o pai e a mãe da menina. Mas todos choravam e batiam no peito de pesar por ela. De modo que ele disse: “Parem de chorar, pois ela não morreu; está dormindo.” Em vista disso, começaram a rir dele com desprezo, porque sabiam que ela havia morrido. Mas ele a pegou pela mão e a chamou: “Menina, levante-se!” E o espírito dela voltou e ela se levantou imediatamente, e ele ordenou que lhe dessem algo para comer. Os pais dela estavam fora de si, mas ele lhes ordenou que não dissessem a ninguém o que tinha acontecido" (Lucas 8:49-56).

Jesus Cristo ressuscita seu amigo Lázaro, que está morto há quatro dias: "Jesus ainda não tinha entrado na aldeia, mas estava no lugar onde Marta o havia encontrado. Quando os judeus que estavam na casa, consolando Maria, viram que ela se levantou depressa e saiu, eles a seguiram, achando que ela estivesse indo ao túmulo para chorar. Quando Maria chegou ao lugar onde Jesus estava e o viu, ela se prostrou aos seus pés e lhe disse: “Senhor, se estivesse aqui, meu irmão não teria morrido.” Vendo que ela e os judeus que a acompanhavam estavam chorando, Jesus se comoveu profundamente e ficou aflito. Ele perguntou: “Onde o colocaram?” Disseram-lhe: “Senhor, venha ver.” E Jesus começou a chorar. Em vista disso, os judeus disseram: “Vejam como ele o amava!” Mas alguns deles diziam: “Não podia este homem, que abriu os olhos do cego, impedir que Lázaro morresse?” Assim, de novo profundamente comovido, Jesus foi ao túmulo. Na realidade, era uma caverna, e havia uma pedra encostada nela. Jesus disse: “Retirem a pedra.” Marta, irmã do falecido, disse-lhe: “Senhor, ele já deve estar cheirando, porque já faz quatro dias.” Jesus respondeu: “Eu não lhe disse que, se você acreditasse, veria a glória de Deus?”  Portanto, retiraram a pedra. Jesus levantou então os olhos para o céu e disse: “Pai, eu te agradeço porque me ouviste. Na verdade, eu sei que sempre me ouves, mas falei por causa da multidão que está ao meu redor, para que acreditem que tu me enviaste.” Depois de dizer isso, ele gritou bem alto: “Lázaro, venha para fora!” O homem que estava morto saiu com os pés e as mãos amarrados com faixas, e com um pano enrolado no rosto. Jesus lhes disse: “Tirem as faixas dele e deixem-no ir.”" (João 11:30-44).

A última pesca milagrosa (pouco depois a ressurreição de Cristo): "No entanto, quando estava amanhecendo, Jesus estava parado na praia, mas os discípulos, naturalmente, não discerniam que era Jesus. Jesus disse-lhes então: “Criancinhas, será que tendes algo para comer?” Responderam-lhe: “Não.” Disse-lhes ele: “Lançai a rede do lado direito do barco e achareis algo.” Lançaram-na então, mas não puderam mais recolhê-la por causa da multidão de peixes. Portanto, aquele discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: “É o Senhor!” Por isso, Simão Pedro, ouvindo que era o Senhor, cingiu-se de sua roupa de cima, pois estava nu, e lançou-se no mar. Mas os outros discípulos vieram no pequeno barco, pois não estavam longe da terra, apenas a cerca de noventa metros, arrastando a rede de peixes" (João 21:4-8).

Jesus Cristo fez muitos outros milagres. Nós permitem fortalecer nossa fé, encorajar-nos e obter uma visão das muitas bênçãos que haverá no paraíso. As palavras escritas do apóstolo João resumem muito bem o prodigioso número de milagres que Jesus Cristo fez, como garantia do que acontecerá no paraíso: "De fato, há também muitas outras coisas que Jesus fez. Se fossem escritas em todos os detalhes, suponho que o próprio mundo não poderia conter os rolos escritos" (João 21:25).

Casus Belli mundial contra a Integridade do Corpo Humano na Guerra Mundial NRBQ (Nuclear, Radiológico, Biológico, Químico)

(Ezequiel 34)

"Filho do homem, profetize contra os pastores de Israel. Profetize aos pastores o seguinte: ‘Assim diz o Soberano Senhor Jeová: “Ai dos pastores de Israel, que só cuidam de si mesmos! Não é do rebanho que os pastores deviam cuidar? Vocês comem a gordura, vestem-se com a lã e abatem o animal mais gordo, mas não cuidam do rebanho. Não fortaleceram as fracas, nem trataram as doentes, nem enfaixaram as que estavam feridas, nem trouxeram de volta as desgarradas, nem foram procurar as perdidas; em vez disso, vocês as dominaram com dureza e tirania. Assim, elas foram espalhadas porque não havia pastor; elas foram espalhadas e se tornaram alimento para todos os animais selvagens. Minhas ovelhas se perderam por todos os montes e por todas as colinas elevadas; minhas ovelhas foram espalhadas por toda a face da terra, sem que ninguém fosse procurá-las, nem fosse buscá-las” (Ezequiel 34:2-6).

O mundo vive atualmente, desde novembro de 2019, de fato, um Casus Belli, uma guerra mundial do tipo NRBQ, contra a integridade do corpo humano dos povos (ovelhas espalhadas). O corpo humano foi criado por Deus e dado como herança divina, para cuidar dele, como um templo em que vivemos e deveria ser habitado pelo espírito de Deus: "Vocês não sabem que são templo de Deus e que o espírito de Deus mora em vocês?" (1 Coríntios 3:16). O nosso corpo e a vida que o anima não pertencem a nenhum estado, nem mesmo a nenhuma entidade religiosa terrestre.

Este Casus Belli mundial contra a integridade do corpo humano, que Deus nos confiou, não é feito com tanques, bombas e canhões. É organizado tendo como contexto o tráfico internacional de vírus militares (saídos dum laboratório do tipo P4 (fabricando oficialmente vírus militares no contexto de guerras do tipo NRBQ)) e com uma propaganda habilmente orquestrada (engenharia social), visando aterrorizar as pessoas ou os povos em geral. O princípio básico desses laboratórios da morte é coletar vírus que são normalmente encontrados na natureza, no reino animal, e são basicamente inofensivos para os humanos; geralmente não são transmissíveis e, se forem, geralmente não são mortais. Esses laboratórios demoníacos trabalham para tornar esses vírus transmissíveis aos humanos por "sequenciamento", um processo extremamente complexo que pode levar vários meses. O objetivo diabólico é obter um "ganho de função", isto é, neste caso de figura, fazer com que este (ou estes) vírus seja mortal para o homem. Ao mesmo tempo, aumentando a letalidade deste vírus militar manufaturado (as referências ou patentes para esses vírus militares podem ser encontradas no NIH GenBank ou em alguns arquivos da OMS (pelo menos duma subsidiária dum, desses países). Aliás, o NIH suprimiu informações dos laboratórios de Wuhan sobre o sequenciamento genético do vírus militar, de acordo com a FOIA do Watchdog (30 de março de 2022)) (O que está acontecendo em Xangai?).

(Crédito Social com Estilo Chinês e a Agenda 2030: a agenda foi adotada pela ONU em setembro de 2015 após dois anos de negociações envolvendo governos e sociedade civil. A Agenda 2030 faz parte de uma ideologia globalista, particularmente nos países da OTAN zona e seus parceiros (Europa Ocidental, Canadá, Austrália e Nova Zelândia...). É nestas áreas do mundo que a ideologia fundamentalista e sectária do "covidismo", que mina a integridade corporal dos povos, se enraizou (A situação em Xangai (China) é uma ilustração disso levado ao extremo e em muitos respeito, pode nos dar um vislumbre futuro desse tipo de ditadura na escala de vários estados unidos, até mesmo do mundo). Situações de “pandemia” global, ou emergência climática, são pretextos prontos para estabelecer uma ditadura, de forma progressiva e oculta, sobre todos os povos. O estabelecimento “voluntário” de “crédito social” na Itália (Bolonha e Roma (final de março de 2022)), é apenas o início deste processo, que faz parte do estabelecimento futuro, latente e perverso, de uma obrigação").

Após a difusão, obviamente "fortuita" (não verificável numa direção como na outra), deste vírus militar letal, segue-se uma campanha da imprensa mundial, que certificará que se trata de um acidente do tipo "fuga", como numa usina nuclear, enquanto um laboratório P4, é um dos lugares mais seguros do mundo. Dirão, por exemplo, que vem do reino animal, sendo uma meia verdade, porque é verdadeiro e falso, portanto falso (verdadeiro + falso = falso). Segue-se uma segunda etapa, essencialmente baseada na engenharia social propagandista, baseada no medo com repetidas mensagens mórbidas e relatos, para assustar as pessoas e primeiro para insistir no fato de que não há remédio médico, nem mesmo nenhuma molécula para poder curar deste vírus militar. A única solução é esperar pela injeção química messiânica que salvará a vida da humanidade.

Este Casus Belli é acompanhado por uma experimentação de terapia gênica em massa em corpos humanos saudáveis, não doentes, em escala internacional, em todos os povos (as ovelhas espalhadas). São produtos químicos injetáveis, de maneira aproximadamente coercitiva (em desafio ao Código de Nuremberg - 1947 (veja os 10 artigos no final da página) (A atual terapia gênica mundial, ainda está oficialmente, em fase de experimentação, portanto, enquadra-se perfeitamente no marco legal do Código de Nuremberg - 1947)). Alguns governantes de nações ou grupos de nações, que ordenam as repetidas injeções desses venenos em corpos humanos saudáveis, têm laços de interesse financeiro conhecidos de todos, diretos ou indiretos.

Este Casus Belli do tipo NRBQ, usa a mídia corrompida pelo dinheiro e coordenada entre si como uma ferramenta de propaganda à la Goebbel (porta-voz do regime nazista de Hitler). É do conhecimento geral a soldo de muitos oligarcas bilionários corruptos, que também influenciam muitos governos (os pastores que só cuidam de si mesmos). O objetivo é de criar uma realidade inventada (surrealidade), de modo a assustar o povo (As ovelhas espalhadas), para desorientá-los psicológica e mentalmente, para fazê-los adotar comportamentos completamente irracionais, por sucessivas decisões contraditórias e mentiras totalmente assumidas. Por meio dessa administração na forma de engenharia social de assédio e tortura mental de longo prazo, esses pastores que só cuidam de si mesmos, obtêm o consentimento por esgotamento nervoso e mental das ovelhas espalhadas, com uma coerção latente (ver Ezequiel 34).

Muitos médicos, enfermeiras, atendentes e empregadas para a limpeza, trabalhando na assistência médica, estiveram na linha de frente para prestar assistência às pessoas afetadas pelo vírus militar. Muitos pagaram por isso com a vida (O que está acontecendo na França em relação aos cuidadores dos hospitais, bombeiros e outras pessoas (ligadas à comunidade médica), suspensos e demitidos sem remuneração por recusar a injeção experimental? (Vídeo apenas em língua francesa)). Jeová Deus e seu Filho, Jesus Cristo, não se esquecerão deles, na hora da ressurreição (Atos 24:15; Hebreus 6:10). Os homens e mulheres corajosos que até agora denunciaram este Casus Belli, pagaram por isso com a vida para alguns, com confinamento solitário e prisão para outros sendo tratados como "conspiradores", termo cunhado, pela CIA em 1965, seguindo a Comissão Warren (relatorio oficial das circunstâncias do assassinato de JFK).

Aliás, as atuais comissões senatoriais são, de fato, verdadeiras peças de teatro mórbidas. Observamos um diabólico interpretação de papéis entre essas comissões de "inquéritos", que fazem um jogo de apuração com as pessoas convocadas e interrogadas, e depois aquelas, ao final, saem como entraram, ou seja, livres para continuar seus atos sórdidos. Essas comissões senatoriais ignoram o papel dos promotores, juízes e tribunais, que deveriam prender e julgar esses assassinos, esses filhos de Josef Mengele, que realizaram essas injeções de genes experimentais de massas, que causaram a morte de centenas de milhares de homens, mulheres e crianças em todo o mundo e milhões de consequências debilitantes para aqueles que sobreviveram. Esses mentirosos assassinos aplicam a lógica do suicídio coletivo de povos, como Jim Jones e David Koresh, gurus de seitas que não queriam morrer sozinhos, mas que queriam ser acompanhados em sua loucura por suas centenas de seguidores que "se suicidaram". Vivemos também, numa lógica de destruição massiva global, econômica, diplomática, que provoca guerras e destruição de povos. Eles estão na mesma lógica da corrida assassina e precipitada que esses dois líderes da seita.

Como estamos muito próximos da Grande Tribulação, uma profecia do Apocalipse e do livro de Daniel está se cumprindo diante de nossos olhos: "Ele me disse também: “Não sele as palavras da profecia deste rolo, pois o tempo determinado está próximo. Que o injusto continue em injustiça, e que o imundo continue na sua imundície; mas que o justo continue em justiça, e que o santo continue em santidade"" (Apocalipse 22:10,11). "Muitos se purificarão, se embranquecerão e serão refinados. E os maus farão o que é mau, e nenhum dos maus entenderá; mas os que têm discernimento entenderão” (Daniel 12:10). Até que o Rei Jesus Cristo varra esses patifes da face da terra durante a Grande Tribulação (Apocalipse 19:11-21), aqueles que praticam a justiça em seus corações fazem esta oração diariamente ao Pai Celestial, Jeová Deus: "Finalmente, irmãos, persistam em orar por nós, para que a palavra de Jeová continue a se espalhar rapidamente e a ser glorificada, assim como se dá entre vocês, e que sejamos livrados de pessoas más e perversas, pois a fé não é propriedade de todos. Mas o Senhor é fiel, e ele os fortalecerá e os protegerá do Maligno" (2 Tessalonicenses 3:1-3).

Nesta situação diabólica mundial, que ataca a integridade corporal de homens, mulheres e até, também, infelizmente, das crianças, o que deve fazer o cristão que deseja agradar a Jeová Deus e a seu Filho Jesus Cristo?

Jeová pede a todos que cuidem deste templo: "Portanto, eu lhes suplico, irmãos, pelas compaixões de Deus, que apresentem o seu corpo como sacrifício vivo, santo e aceitável a Deus, prestando assim um serviço sagrado com a sua faculdade de raciocínio" ( Romanos 12:1). Este corpo foi projetado desde o início para um serviço sagrado a Deus, ou seja, para se conformar ao propósito que originalmente pretendia na época da criação de Adão e Eva (Gênesis 1:26-28).

Tomar medicamentos é uma decisão pessoal, pesando os riscos para sua vida. Deve ser feito em um ambiente médico, para ser tratado. Este tratamento não deve ser feito sob coerção governamental ou moral, por exemplo, na estrutura duma congregação. Se fosse esse o caso, essas autoridades governamentais, até espiritual, iriam além do artigo 1 do Código de Nuremberg que proíbe experimentos médicos sob coação (Lembrete: a terapia gênica mundial atual, ainda está oficialmente, em fase experimental, portanto, cai inteiramente no quadro jurídico do Código de Nuremberg - 1947): "O consentimento voluntário do ser humano é absolutamente essencial. Isso significa que as pessoas que serão submetidas ao experimento devem ser legalmente capazes de dar consentimento; essas pessoas devem exercer o livre direito de escolha sem qualquer intervenção de elementos de força, fraude, mentira, coação, astúcia ou outra forma de restrição posterior; devem ter conhecimento suficiente do assunto em estudo para tomarem uma decisão lúcida. (...)” (Extrato do artigo 1 do Código de Nuremberg - 1947).

No contexto atual, os cristãos devem dobrar sua vigilância. Ele deve abster-se de produtos químicos experimentais, especialmente por motivos não relacionados à saúde deles e de seus próprios filhos. Até agora, essas injeções ​​experimentais já causaram a morte de centenas de milhares de pessoas em todo o mundo e deixaram milhares mais gravemente doentes. A maioria dessas injeções de genes é feita por motivos que nada têm a ver com a saúde de adultos e muito menos de crianças; mas sim, sob pretextos não médicos de privilégio, poder ir a restaurantes, boliche ou outros lugares de prazer, justificados por argumentos completamente falaciosos e na forma de chantagem. Outros foram forçados sob pena de perder seus empregos e fonte de renda. O fato de exigir que para ir a um lugar, para que um objeto ou um produto penetre em nosso corpo, não é de forma alguma um ato médico, mas um ato de marcar: como se fosse com os animais, antes de entrar num recinto, é uma violação marcante da dimensão espiritual e sagrada da integridade do corpo humano.

Os pais devem considerar seriamente esta questão, por seus filhos e por eles, em oração para enfrentar esta situação estranha e às vezes angustiante. Os professores da Palavra de Deus devem pensar seriamente, com oração, sobre esta questão porque esta situação não é trivial em espiritualidade bíblica e mais geralmente ética (Romanos 14:12). É perfeitamente normal sentir-se desorientado, perplexo e surpreso ao se deparar com esse ataque extremamente perverso de Satanás, o diabo e seus demônios humanos. Oremos a Jeová Deus, peçamos sua ajuda, Ele é misericordioso. Se pensarmos primeiro que não tomamos a melhor decisão, isso pode acontecer com qualquer pessoa. Jeová Deus vê nossas boas intenções. Sejamos corajosos, confiemos em Jeová Deus e em seu amado Filho Jesus Cristo, e eles nos apoiarão (Provérbios 3:5,6). Não tenhamos medo e sejamos fortes, apoiemos uns aos outros, seja em família, entre amigos ou na congregação, nos amar uns aos outros (João 13:34,35).

Código de Nuremberg – 1947

1.O consentimento voluntário do ser humano é absolutamente essencial. Isso significa que as pessoas que serão submetidas ao experimento devem ser legalmente capazes de dar consentimento; essas pessoas devem exercer o livre direito de escolha sem qualquer intervenção de elementos de força, fraude, mentira, coação, astúcia ou outra forma de restrição posterior; devem ter conhecimento suficiente do assunto em estudo para tomarem uma decisão lúcida. Esse último aspecto exige que sejam explicados às pessoas a natureza, a duração e o propósito do experimento; os métodos segundo os quais o experimento será conduzido; as inconveniências e os riscos esperados; os efeitos sobre a saúde ou sobre a pessoa do participante, que eventualmente possam ocorrer, devido à sua participação no experimento. O dever e a responsabilidade de garantir a qualidade do consentimento repousam sobre o pesquisador que inicia ou dirige um experimento ou se compromete nele. São deveres e responsabilidades pessoais que não podem ser delegados a outrem impunemente.

2.O experimento deve ser tal que produza resultados vantajosos para a sociedade, que não possam ser buscados por outros métodos de estudo, mas não podem ser casuísticos ou desnecessários na sua natureza.

3. O experimento deve ser baseado em resultados de experimentação em animais e no conhecimento da evolução da doença ou outros problemas em estudo; dessa maneira, os resultados já conhecidos justificam a realização do experimento.

4. O experimento deve ser conduzido de maneira a evitar todo sofrimento físico ou mental desnecessários e danos.

5. Não deve ser conduzido qualquer experimento quando existirem razões para acreditar que pode ocorrer morte ou invalidez permanente; exceto, talvez, quando o próprio médico pesquisador se= submeter ao experimento.

6. O grau de risco aceitável deve ser limitado pela importância humanitária do problema que o experimento se propõe a resolver.

7. Devem ser tomados cuidados especiais para proteger o participante do experimento de qualquer possibilidade de dano, invalidez ou morte, mesmo que remota.

8. O experimento deve ser conduzido apenas por pessoas cientificamente qualificadas. O mais alto grau de habilidade e cuidado deve ser requerido de aqueles que conduzem o experimento, através de todos os estágios deste.

9. O participante do experimento deve ter a liberdade de se retirar no decorrer do experimento, se ele chegou a um estado físico ou mental no qual a continuação da pesquisa lhe parecer impossível.

10. O pesquisador deve estar preparado para suspender os procedimentos experimentais em qualquer estágio, se ele tiver motivos razoáveis para acreditar, no exercício da boa fé, habilidade superior e cuidadoso julgamento, que a continuação do experimento provavelmente resulte em dano, invalidez ou morte para o participante.