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BÍBLIA ONLINE

BÍBLIA ONLINE (Traduções comparativas)

BÍBLIA ONLINE (Em vários idiomas)

As frases azuis indicam explicações bíblicas adicionais e detalhadas. Basta clicar no hiperlink azul. Os artigos bíblicos são escritos principalmente em quatro idiomas:

português, francês, espanhol e inglês

1 - O JUBILEU PLANETÁRIO

2 - Data bíblica da criação do primeiro homem Adão

Outono de 4026 AEC

3 - Explicações bíblicas detalhadas  (simplificadas o máximo possível)

do cálculo da data 4026 AEC da criação do primeiro homem Adão

4 - A GRANDE TRIBULAÇÃO TERÁ LUGAR

EM UM ANO SANTO

5 - A GRANDE TRIBULAÇÃO TERÁ LUGAR

EM UM ANO LUNISSOLAR

6 - "Isso acontecerá no verão e no inverno" (Zacarias 14:8)

"Mas, quando essas coisas começarem a ocorrer, ponham-se de pé e levantem a cabeça, porque o seu livramento está se aproximando"

(Lucas 21:28)

O JUBILEU PLANETÁRIO

Da criação do homem à sua libertação

4026 AEC a 2023 EC

"Mas, quando essas coisas começarem a ocorrer, ponham-se de pé e levantem a cabeça, porque o seu livramento está se aproximando" (Lucas 21:28)

O 10 de Etanim (Tisri) da grande tribulação, deve corresponder a um ano de jubileu. "Mas, quando essas coisas começarem a ocorrer, ponham-se de pé e levantem a cabeça, porque o seu livramento está se aproximando" (Lucas 21:28) (LIBERTAÇÃO RESGATE). Pela palavra "livramento" ou "libertação", Jesus Cristo deixa entender que o Dia de Jeová, o 10 de Etanim (Tisri), vai ser uma libertação, o Jubileu, proclamado precisamente no décimo dia do sétimo mês (do calendário bíblico): "Então vocês farão soar alto a buzina no sétimo mês, no dia dez do mês; no Dia da Expiação, vocês devem fazer com que o som da buzina seja ouvido em toda a sua terra. Santifiquem o quinquagésimo ano e proclamem liberdade em sua terra, a todos os habitantes. Esse ano se tornará um jubileu para vocês, e cada um de vocês retornará à sua propriedade, e cada um de vocês retornará à sua família" (Levítico 25:9,10). O 10 de ethanim (Tishri) 2023, corresponde ao início do ano 6050, da existência do homem na terra, de acordo com a Bíblia.

Data bíblica da criação do primeiro homem Adão

Outono de 4026 AEC, ano 1 da humanidade

O número de anos completos que passaram são os números cardinais (6000 ANOS). As datas dos anos dos eventos são números ordinais. O ano 1 (ou o primeiro ano) da existência de Adão começou no momento de sua criação, no outono de 4026 AEC (Antes da nossa era). Se somarmos 6000 a partir do início do ano 4026 (no outono), chegamos no outono de 1974, que também corresponde ao início do ano 6000 (número ordinal) da existência do homem. Por que insistir nessa informação cronológica bíblica?

Quanto ao fim deste sistema de coisas, Jesus Cristo disse: "Mas, quando essas coisas começarem a ocorrer, ponham-se de pé e levantem a cabeça, porque o seu livramento está se aproximando" (Lucas 21:28). Pela palavra "livramento" ou "libertação", Jesus Cristo deixa entender que o Dia de Jeová, a grande tribulação, o 10 de Etanim (Tisri), vai ser uma libertação, o Jubileu, proclamado precisamente no décimo dia do sétimo mês (do calendário bíblico, Etanim): "Então vocês farão soar alto a buzina no sétimo mês, no dia dez do mês; no Dia da Expiação, vocês devem fazer com que o som da buzina seja ouvido em toda a sua terra. Santifiquem o quinquagésimo ano e proclamem liberdade em sua terra, a todos os habitantes. Esse ano se tornará um jubileu para vocês, e cada um de vocês retornará à sua propriedade, e cada um de vocês retornará à sua família" (Levítico 25:9,10). Não devemos esquecer o que o apóstolo Paulo escreveu sob inspiração a respeito da Lei dada a Moisés: tem um valor profético: "Pois, visto que a Lei tem uma sombra das coisas boas que viriam, mas não a própria realidade" (Hebreus 10:1). "Essas coisas são uma sombra do que viria, mas a realidade pertence ao Cristo" (Colossenses 2:17) (O SENTIDO DA LEI).

Portanto, o dia de Jeová, 10 etanim (Tisri) (Apocalipse 11:19), deve corresponder a um ano de jubileu, o começo de um quinquagésimo ano. Um quinquagésimo ano de quê? O mais lógico, dado que é a libertação da humanidade, só pode estar relacionado à data da criação do homem: 4026 AEC: "Porque a criação foi sujeita à futilidade, não de sua própria vontade, mas pela vontade daquele que a sujeitou, à base da esperança de que a própria criação também será libertada da escravidão à decadência e terá a liberdade gloriosa dos filhos de Deus" (Romanos 8:20,21) (LIBERTAÇÃO RESGATE). O apóstolo Paulo, inspirado, mostra que o fim desse sistema de coisas corresponderá a uma libertação da humanidade da lei do pecado e da corrupção. Será o cumprimento planetário do Jubileu, da libertação proclamada em Israel, no final dos sete sábados de anos ((7x7) 49 anos completos), no início do quinquagésimo ano (Levítico 25: 9,10).

É aqui que a utilidade de calcular a data da criação do homem, Adão, 4026 AEC, é revelada: O ano correspondente à grande tribulação deve ser um jubileu, ou seja, que deve corresponder ao início de um quinquagésimo ano, que inicia um 10 de etanim (Tisri). O que é este ano do Jubileu? No período que nos interessa: outono do ano 4026 antes de nossa era (o ano 1 da existência do homem), adicionando 6000, chegamos à data do outono de 1974, época do início de o ano 6000 (número ordinal) da existência humana (outono de 1975, sendo o fim dos 6000 anos completos (número cardinal)). Ao adicionar 49 (7x7) anos completos ao outono de 1974, chegamos no outono de 2023 (final do ano 6049). O 10 de ethanim (Tisri) 2023, corresponde ao início do ano 6050, da existência do homem na terra, de acordo com a Bíblia.

A pergunta muito importante: este ano de 10 de etanim (Tisri) 2023 corresponde aos critérios bíblicos do Dia de Jeová, a grande tribulação (Zacarias 14:7,8)? A data do  Dia de Jeová, de acordo com a profecia bíblica, deve corresponder a sete critérios importantes, que juntos determinam o "momento" (Apocalipse 3:3). Até que todos esses sete critérios sejam juntos, essa data não pode ser determinada com certeza. Por isso, quando Jesus Cristo falou da grande tribulação, em 33 EC, ele disse: "Portanto, mantenham-se vigilantes, porque vocês não sabem em que dia virá o seu Senhor" (Mateus 24:42; 25:13). No entanto, em Apocalipse 3:3, em 96 EC (da nossa era), 63 anos depois, o glorificado Jesus Cristo deixou claro que chegaria o tempo em que poderíamos saber com antecedência, a data de sua vinda, para não se surpreender e nos preparar espiritualmente: "Certamente, a menos que desperte, virei como ladrão, e você de modo algum saberá a hora da minha vinda" (Apocalipse 3:3). É a expressão "você de modo algum saberá a hora da minha vinda", o que torna possível entender que os discípulos "despertados espiritualmente" poderão saber com suficiente antecedência, no horário estabelecido por Deus, o dia e a hora de sua vinda, a fim de estar em condição espiritual para ter sua aprovação (Mateus 25:31). "Pois o Soberano Senhor Jeová não fará coisa alguma Sem ter revelado seu assunto confidencial aos seus servos, os profetas" (Amós 3:7).

Explicações bíblicas detalhadas  (simplificadas o máximo possível)

do cálculo da data 4026 AEC da criação do primeiro homem Adão

De 1943 AEC a 1513 AEC. : 430 anos

Êxodo 12:40, 41, declara que “a morada dos filhos de Israel, que haviam morado no Egito, foi de quatrocentos e trinta anos. E sucedeu, ao fim dos quatrocentos e trinta anos, sim, sucedeu neste mesmo dia que todos os exércitos de Jeová saíram da terra do Egito”. Ao passo que a maioria das traduções verte o  versículo 40 de modo a fazer que os 430 anos se apliquem inteiramente à morada no Egito, o original hebraico admite a tradução acima. Também, em Gálatas 3:16, 17, Paulo associa este período de 430 anos com o tempo entre a validação do pacto abraâmico e a celebração do pacto da Lei.

O período desde a mudança de Abraão para Canaã até Jacó descer ao Egito foi de 215 anos. Este dado deriva dos seguintes fatos: Passaram-se 25 anos desde a partida de Abraão de Harã até o nascimento de Isaque (Gên 12:4; 21:5); desde então, até o nascimento de Jacó, decorreram 60 anos (Gên 25:26); e Jacó tinha 130 anos quando entrou no Egito (Gên 47:9); resultando assim no total de 215 anos (desde 1943 a 1728 AEC). Isto significa que os israelitas passaram então no Egito um período igual de 215 anos (desde 1728 a 1513 AEC).

Desde 1513 AEC. à divisão do reino 997 AEC:

516 anos (479 + 37)

De 997 AEC a 607 AEC.: 390 anos

Uma ajuda útil para se saber a duração geral deste período dos reis é encontrada em Ezequiel 4:1-7, na simulação do sítio de Jerusalém, realizada pelo profeta Ezequiel a mando de Deus. Ezequiel devia deitar-se sobre o seu lado esquerdo por 390 dias, a fim de “levar o erro da casa de Israel”, e sobre o seu lado direito por 40 dias, a fim de “levar o erro da casa de Judá”, e mostrou-se que cada dia representava um ano. Os dois períodos (de 390 anos e de 40 anos) assim simbolizados evidentemente representavam a duração da tolerância de Jeová para com os dois reinos no proceder idólatra deles.

Desde a divisão do reino, em 997 AEC, até a queda de Jerusalém, em 607 AEC, passaram-se 390 anos. Embora seja verdade que Samaria, a capital do reino setentrional, já tinha caído diante da Assíria em 740 AEC, no sexto ano de Ezequias (2Rs 18:9, 10), é provável que parte da população já tivesse fugido para o reino meridional antes do avanço dos assírios. (Note também a situação em Judá depois da divisão do reino, conforme descrita em 2Cr 10:16, 17.) No entanto, o que é mais importante, o fato de que Jeová Deus continuou a manter em vista os israelitas do exilado reino setentrional, e que as mensagens dos Seus profetas continuaram a incluí-los muito tempo depois da queda de Samaria, mostra que os interesses deles ainda estavam sendo representados na capital, Jerusalém, e que a queda desta, em 607 AEC, foi expressão do julgamento de Jeová não apenas contra Judá, mas contra a nação de Israel como um todo. (Je 3:11-22; 11:10-12, 17; Ez 9:9, 10) Quando a cidade caiu, a esperança da nação inteira (com exceção dos poucos que mantiveram a verdadeira fé) entrou em colapso. — Ez 37:11-14, 21, 22.

De 607-537 AEC para retornar do exílio: 70 anos.

A duração deste período foi fixada por este decreto do próprio Deus sobre Judá: " E toda esta terra será reduzida a ruínas e se tornará um motivo de terror, e essas nações terão de servir ao rei de Babilônia por 70 anos" ( Jeremias 25:8-11).

De 537 AEC-29 EC, até o batismo de Jesus Cristo:

565 anos (82 + 483)

- 537 a 455 AEC: 82 anos.

- 455 AEC em 29 CE: 483 anos:

455 AEC, o início da profecia de Daniel, das 70 semanas de anos (Daniel 9: 24-27). Começou com a ordem de reconstruir Jerusalém, no vigésimo ano de Artaxerxes (Mão Longa), o ano em que Neemias recebeu a permissão para reconstruir Jerusalém (Neemias 2:1,5-8).

455 AEC a 29 EC: 483 anos: o ano do batismo do Messias Jesus Cristo.

De acordo com a profecia de Daniel 9:4-27, sete semanas de anos são 49 anos. 62 semanas de anos são 434 anos: 434 anos + 49 anos = 483 anos.

29 EC a 36 CE (conversão de Cornélio): 7 anos. (483 + 7), o que representa o final dos 490 anos, das 70 semanas dos anos (7x70), da profecia de Daniel 9:24-27.

Desde o outono de 29 E.C. até o outono de 1975 E.C .:

1946 anos

O outono de 1975 E.C., representa o fim dos 6000 anos da existência da humanidade. O começo do ano 6000 da humanidade, foi no outono de 1974 E.C.

4 - A GRANDE TRIBULAÇÃO TERÁ LUGAR

EM UM ANO SANTO

O início do ano 110, o 10 de Etanim (Tisri) de 2023, corresponderá ao décimo de 1000 anos, 100 anos, mais o décimo do décimo de 1000 anos, 10 anos: 110 anos

De acordo com o valor profético da lei mosaica que será cumprida na realidade, este ano, do outono de 2023 até outono de 2024, será santo e pertencerá a Jeová e seu filho, o sumo sacerdote Jesus Cristo (Hebreus 10; Colossenses 2:17). De acordo com Levítico 27:21, este ano do jubileu também deve ser um ano sagrado, isto é, pertencendo a Jeová e ao rei e sumo sacerdote Jesus Cristo. No qué sentido será o ano (Ethanim / Tishri) 2023/2024, sagrado? De acordo com o cálculo cronológico da profecia de Daniel 4, Jesus Cristo começou a reinar nos ceus, no outono de 1914: Assim, o outono de 1914 foi o início do primeiro ano do reinado celestial de Cristo. O reino de Cristo será de 1000 anos, de acordo com o livro de Apocalipse:

“Vi um anjo descer do céu com a chave do abismo e uma grande corrente na mão. Ele pegou o dragão, a serpente original, que é o Diabo e Satanás, e o prendeu por mil anos. E o lançou no abismo, fechou o abismo e o selou sobre ele, para que não enganasse mais as nações até que os mil anos tivessem terminado. Depois disso ele terá de ser solto por um pouco. Vi tronos, e aos sentados neles foi dada autoridade para julgar. Sim, vi as almas dos que foram executados por causa do testemunho que deram de Jesus e por terem falado a respeito de Deus, vi aqueles que não tinham adorado a fera nem a imagem dela e não tinham recebido a marca na testa e na mão. Eles voltaram a viver e reinaram com o Cristo por mil anos. (Os outros mortos não voltaram a viver até os mil anos terem terminado.) Essa é a primeira ressurreição. Feliz e santo é todo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre eles a segunda morte não tem autoridade, mas serão sacerdotes de Deus e do Cristo, e reinarão com ele durante os mil anos” (Apocalipse 20:1-6).

No outono de 2013, começou o centésimo ano do reinado celestial de Cristo (um décimo do número de anos de 1000 anos de seu reinado). No outono de 2023, começará o ano 110 do reinado celestial de Cristo (o décimo (100), mais o "décimo do décimo" (10)). Segundo a Bíblia, este ano deveria pertencer a Jeová e Jesus Cristo. O "décimo do décimo" pertence a Jeová e ao sumo sacerdote, seu Filho, Jesus Cristo, este ano pertencerá a eles ou será santo: segundo a Bíblia, Cristo, seu reinado será de 1000 anos (Apocalipse 20:1-6 ): O início do ano 110, o 10 de Etanim (Tisri) de 2023, corresponderá ao décimo de 1000 anos, 100 anos, mais o décimo do décimo de 1000 anos, 10 anos: 110 anos:

“Você deve dizer aos levitas: ‘Vocês receberão dos israelitas as décimas partes, que dou a vocês como herança, e vocês deverão dar a décima parte dessas décimas partes como contribuição a Jeová. E ela será considerada a sua contribuição, como se fossem os cereais da sua eira ou a abundante produção do seu lagar de vinho ou de azeite. Desse modo vocês também darão uma contribuição a Jeová de todas as décimas partes que receberem dos israelitas. E dessas décimas partes vocês devem dar a Arão, o sacerdote, a contribuição que pertence a Jeová” (Números 18:26-28). O décimo do décimo pertence a Jeová, mas também a Jesus Cristo, o sumo sacerdote celestial.

O outono de 2023 será o começo do ano do décimo mais o décimo do décimo (do reinado de 1000 anos), o ano 110 do reinado de Cristo, que pertencerá a Jeová e Jesus Cristo (Apocalipse 20:1-6). Consequentemente, o ano do jubileu 2023/2024 tem uma dupla convergência (ano 6050 da existência do homem e ano 110 do reinado de Cristo). Essa convergência dupla é um testemunho duplo (Compare com Mateus 18:16).

5 - A GRANDE TRIBULAÇÃO TERÁ LUGAR

EM UM ANO LUNISSOLAR DE 13 MESES BÍBLICOS

A simples verificação cruzada das informações do período de 7 meses com o fato que normalmente de 10 Tisri a 10 de Nisã há 6 meses, mostra que neste ano haverá o mês intercalar Veadar. Nós permite entender que o ano em que a Grande Tribulação ocorrerá será um ano lunissolar de 13 meses

O ANO LUNISSOLAR

A maioria dos calendários ocidentais é baseada no calendário solar gregoriano de 365 dias (calendário gregoriano da Wikipédia).

Enquanto outros países usam o calendário lunar. O ano lunar tem entre 354 e 355 dias. Há, portanto, uma diferença de cerca de 11 dias entre o calendário solar (365 dias) e o calendário lunar (354 dias). No entanto, o calendário hebraico, também leva em conta o ciclo solar de 365 dias, por isso é um calendário "lunissolar" (Wikipedia calendário judaico lunissolar).

Os pontos essenciais para conhecer o calendário bíblico, semelhante ao calendário hebraico atual, são os seguintes (importante para entender o raciocínio bíblico que se seguirá):

Na Bíblia, os dias começam depois de o pôr do sol. Por exemplo, em Gênesis 1:5, sobre o primeiro dia simbólico da criação, está escrito: "Houve noite e houve manhã, primeiro dia".

Na Bíblia, os meses começam na "lua nova" (Salmos 81: 3). Os meses lunares são de 29 ou 30 dias. No entanto, nesta fase do estudo, há uma dificuldade significativa em relação à definição bíblica da “lua nova” (Wikipedia Lua nova). Alguns pensam que este é o momento em que a lua desaparece completamente (este é o caso do atual calendário hebraico). Outros pensam que esta é a aparência da primeira lua crescente. Por esta razão, há um subtítulo sobre o tema da Lua Nova que indicará a escolha necessária e importante entre estas duas opções para determinar exatamente uma data (aquela do memorial da morte de Jesus Cristo (14 de Nisã) e o 10 de Tisri) (veja abaixo depois do artigo).

O ANO LUNISSOLAR

Os anos lunares têm 12 meses de 29 ou 30 dias. Um mês intercalar (Veadar) é adicionado regularmente para compensar a diferença de 11 dias entre o ano lunar (354 dias) e o ano solar (365 dias). Neste caso, este ano tem excepcionalmente 13 meses, é um ano "Lunissolar". Na Bíblia, não há menção direta do acréscimo regular desse mês intercalar, a fim de ajustar o calendário lunissolar ao ciclo solar anual. No entanto, informações indiretas mostram que esse era realmente o caso. Por exemplo, alguns meses tinham que coincidir regularmente com as colheitas sazonais, seja primavera (Abibe (Nisã): primavera) ou outono (Ethanim (Tisri): outono) (Êxodo 23:15). É óbvio que os israelitas dos tempos bíblicos faziam esse ajuste com o mês intercalar (Veadar). As festividades no mês da primavera, continuavam na primavera, ao longo dos anos. E todas as festividades de outono do mês de Tisri, permaneciam outonais, ao longo dos anos (Levítico 23:37).

Atualmente, o sistema de ajuste utilizado pelo calendário hebraico, é chamado de ciclo metônico: é uma série de ajustes de 7 anos lunissolares de 13 meses, num período de 19 anos.

O livro de Ezequiel menciona que o ano em que a Grande Tribulação ocorrerá será Lunissolar, com 13 meses, de acordo com o calendário judaico. Nos capítulos 38 e 39 de Ezequiel, temos o relato profético dos eventos antes, durante e depois da Grande Tribulação. Ele menciona um período de sete meses de limpar a Terra após a Grande Tribulação: "A casa de Israel levará sete meses para enterrá-los, de modo a purificar a terra" (Ezequiel 39:12-14 ). Como essas informações simples nos fazem entender que esse seria um ano de 13 meses?

De acordo com Apocalipse 11:19, a grande tribulação terá lugar o 10 de Tisri (Etanim). Os capítulos de Ezequiel 38 e 39 contam o relato profético da Grande Tribulação. Então, depois de sete meses mencionados em Ezequiel 39: 12-14, está escrito que o profeta teve uma visão do templo que representa o domínio do Reino de Deus na terra, cerca de 10 Nisã: "No vigésimo quinto ano do nosso exílio, no começo do ano, no dia dez do mês, no décimo quarto ano depois da queda da cidade, nesse mesmo dia a mão de Jeová esteve sobre mim, e ele me levou à cidade" (Ezequiel 40:1).

A simples verificação cruzada das informações do período de 7 meses com o fato que normalmente de 10 Tisri a 10 de Nisã há 6 meses, mostra que neste ano haverá o mês intercalar Veadar. Nós permite entender que o ano em que a Grande Tribulação ocorrerá será um ano lunissolar de 13 meses.

Mesa astronômica das fases lunares de maio de 2019 (em francês)

Calendário hebraico - Chiourim (em francês) - de maio de 2019

A lua nova

“Na lua nova, tocai a buzina; Na lua cheia, para o dia da nossa festividade”

(Salmos 81:3)

Existem duas definições da lua nova (Wikipedia):

1 - “Lua nova refere-se à fase em que a Lua se encontra entre a Terra e o Sol, estando, portanto, em conjunção com o Sol (se observada a partir da Terra). Nessa altura, a face não iluminada da Lua está virada quase diretamente para a Terra, de modo que não é visível a olho nu” (Lua nova – Wikipedia).

2 - “O sentido original da expressão lua nova refere-se ao primeiro crescente visível da Lua após a conjunção com o Sol. Este tem lugar no horizonte ocidental num breve período entre o pôr do sol e o pôr da lua, de modo que tempo exacto e até mesmo a data da lua nova, por esta definição, vão ser influenciados pela localização geográfica do observador” (Lua nova – Wikipedia).

A primeira definição da lua nova, é corroborada pelo que está escrito no Salmo 81:3: "Toquem a buzina na lua nova, Na lua cheia, no dia da nossa festividade". Dependendo do contexto do salmo, é a Festividade das Barracas, que se celebrava no 15 de Etanim (Tisri) ate 22. Era uma festividade de outono, o momento das últimas colheitas. Enquanto a festividade dos pães não fermentados se celebrava, no 15 ate 22 de Nisã, na primavera, no início das primeiras colheitas.

Em Salmos 81:1 está escrito: "Gritem de alegria a Deus, nossa força. Aclamem triunfantemente ao Deus de Jacó". A festividade que simbolizava a maior alegria e exuberância era, sem dúvida, a Festividade das Barracas. Jeová para esta festividade, a Moisés para seu povo de Israel: "Por sete dias você celebrará a festividade para Jeová, seu Deus, no lugar que Jeová escolher, pois Jeová, seu Deus, abençoará todas as suas colheitas e tudo que você fizer, e você ficará cheio de alegria" (Deuteronômio 16:15 (ver versículo 13) a expressão do Salmo 81, "Gritem de alegria a Deus" é o sentimento de alegria exigido por Jeová em Deuteronômio 16:15. A "lua cheia", que marca o meio do mês lunar, é contraste poética à "lua nova", que desta vez, invisível, e representa o início do mês.

Aliás, olhando para a tabela astronômica do ciclo lunar, você vai notar que a lua cheia dura cerca de três noites, e a lua nova, o seu desaparecimento, três noites, em geral. Também é interessante notar que Davi, fugindo de antes do rei Saul, associava a lua nova com dias durante os quais ele podia se esconder (1 Samuel 20:5). É uma simples coincidência? Não necessariamente, se pensarmos nas três noites sem lua, no período da "lua nova", permitindo que ele se escondesse em segurança, sem que alguém lhe surpreendesse no sono.

Voltando ao Salmo 81: 1,3, as tabelas astronômicas de ciclos lunares, se voltarmos para trás, desde a lua cheia (ou 15 de Tisri ou 15 de Nisã), chegamos no início do mês, na lua nova, no momento onde "a Lua se encontra entre a Terra e o Sol (...) não é visível a olho nu" (http://pgj.pagesperso-orange.fr/calendar.htm). No exemplo mostrado na foto (acima), o ciclo lunar de maio 2019, a conclusão é simples: Depois de pôr do sol, de 17 de maio ate 18, há a lua cheia, biblicamente falando, no dia 15 do mês de "Iyyar" (ou Ziv), do mês hebraico. Voltando quinze dias para trás, chegamos a data de 1 Iyyar, no dia 3 de maio de 2019, após o pôr do sol.

No entanto, no calendário hebraico atual (Hebrew Calendar - shiourim (francês)), a conclusão é simples, 1 é Iyyar depois do sol de 5 e 6 de maio 2019, há dois dias de atraso (ver a foto direita). Neste caso, ao que parece, é a opção escolhida da lua nova com o aparecimento do primeiro crescente (veja foto acima, comparando o calendário hebraico (em Jerusalém)). Que opção de escolher? A lua nova completamente invisível ou a aparência do primeiro crescente?

Mesa astronômica das fases lunares de setembro 2023 (em francês)

Calendário hebraico - Chiourim (em francês) - de setembro de 2023

6 - "Isso acontecerá no verão e no inverno"

(Zacarias 14:8)

Jeová anuncia claramente que seu Único Grande Dia, a Grande Tribulação, acontecerá na passagem do solstício de verão ao equinócio de outono (representando o começo do inverno, na Bíblia), o dia 22 (depois do por do sol) e 23 de setembro. Em muitas passagens bíblicas, sabe-se que a Grande Tribulação terá lugar em um certo 10 de Ethanim ou 10 de Tisri, num ano lunissolar de 13 meses bíblicos.

Com base das três informações bíblica extremamente importante, basta procurar no calendário judaico (Hebrew Calendar - shiourim), cual é o ano lunissolar de 13 meses, onde o 10 de Tisri (ou 10 de etanim) corresponde ao 22 (depois do por do sol) e 23 de setembro, a data da transição do solstício de verão ao equinócio de outono. Baseado neste calendário judaico oficial, chegamos no ano de 2034, onde o 10 de Tisri corresponde exatamente de sexta-feira, 22 de setembro (após o pôr do sol) até sábado, 23 de setembro de 2034.

Quanto ao outro método bíblico baseado na lua nova astronômica (Lua invisível), temos a data de sexta-feira, 22 de setembro (depois do sol) no sábado, 23 setembro, 2023 (que é um ano lunissolar), correspondente a 10 de Tisri bíblico. Para obter o 1 de Tisri, temos de levar em conta a alternação anual de meses lunares, dada a duração do mês lunar de 29 dias e meio (esse meio dia deve ser integrado a cada dois meses): um mês lunar de 30 dias, seguido por um mês de 29 dias, etc. A alternância do começo do ano bíblico que começa em Nisã para o mês de Tisri é a seguinte: Nisã 30 dias , Iyyar (ou Ziv) 29 dias, Sivã 30 dias, Tammuz 29 dias, Ab 30 dias, Elul 29 dias e Tisri (ou Etanim) 30 dias.

No entanto, a adaptação do calendário lunar com o ciclo astronómico não é tão simples, requer um ajustamento regular. Acontece depois do mês de Tishri (Ethanim), até o mês de Adar ou Adar II (Veadar): Shevãn (Boul): 29 ou 30 dias; Quileu 29 ou 30 dias; Tebete 29 dias; Sebate: 30 dias; Adar 29 ou 30 dias; Ve-adar (Adar II) (este mês é adicionado apenas os anos luni-solares para que o calendário se ajuste ao ciclo solar): 29 dias. Esse ajuste parece estar de acordo com a Bíblia porque a profecia de Ezequiel (39-40: 1) indica indiretamente que a adição do mês intercalar, é entre os meses de Tisri e Nisã (Entre Adar e Nisã).

Para obter o 1 de Tisri 2023, basta começar com a lua nova do mês anterior, o 1 Elul, que, dada a alternância anual, tem apenas 29 dias, o que permite obter o 1 de Tisri. A lua nova corresponde a 1 de Elul, será no dia 16 de agosto de 2023. O 1 de Elul começa no 15 de agosto, depois de o pôr do sol, e 16 de agosto de 2023. Além disso, 29 dias, de acordo com a alternância anual, o dia 29 de Elul será o dia 12 de setembro (após o pôr do sol), no dia 13 de setembro de 2023.

1 de Tisri bíblico, será após o pôr do sol, do 13 a 14 de setembro 2023. Portanto, o 10 de Tisri bíblico, é sexta-feira, 22 de setembro depois do sol, ate sábado, 23 de setembro de 2023. Ao comparar esta data com a shiourim calendário hebraico dois dias de atraso: neste calendário em 22/23 setembro 2023 corresponde a 8 Tishri do calendário hebraico shiourim. É a opção bíblica da lua nova (sem crescente) que foi escolhida para o cálculo da data de 22/23 de setembro de 2023 (Salmos 81: 3). É nesta mesma base bíblica de cálculo que a data da próxima comemoração da morte de Jesus Cristo é determinada no domingo, 5 de abril de 2020, após o pôr do sol.