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JESUS CRISTO ENTRONIZADO REI DO REINO DE DEUS NOS CÉUS, EM 15 DE TISRI DE 5675 4/5 DE OUTUBRO DE 1914

Como se consegue essa data de 15 Tisri 5675 (Hebraica) ou  5/4 de outubro de 1914? Está na profecia de Daniel capítulo 4: 10-17, 20-29. Esta profecia teve um primeiro cumprimento, em 607 AEC (Antes Era Comum), com o rei Nebuchadnezzar, rei da Babilônia, com a interpretação do profeta Daniel. No entanto, essa profecia teve um segundo cumprimento que permite saber quando Jesus Cristo, um descendente do rei David, foi entronizado como Rei do Reino de Deus, nos céus. Es preciso aplicar os sete tempos  mencionados na profecia, a interrupção do Reino da dinastia davídica em Jerusalém, que começou em 607 AEC.

“Assim diz o Soberano Senhor Jeová: ‘Remova o turbante e retire a coroa. As coisas não serão mais como antes. Enalteça o rebaixado e rebaixe o enaltecido. 27 Uma ruína! Uma ruína! Farei dela uma ruína! E ela não será de ninguém até que chegue aquele que tem o direito legal; eu a darei a ele” (Ezequiel 21:26,27). Aquele “que tem o dereito legal”, é Jesus Cristo (Lucas 1:32,33).

A profecia de Daniel capítulo 4, indica a duração da interrupção momentânea do reinado da dinastia davídica: 7 tempos, ou seja, 7 anos proféticos de 360 dias, 2520 dias. O contexto profético e histórico dos eventos que ocorreram após esta data de 607 AEC, nos permite compreender que os 2520 dias correspondem a 2520 anos. Seja, quando adicionamos 7 anos ao ano 607 AEC, não se pode dizer que houveram eventos históricos marcantes, então esses 2520 dias, correspondem a 2520 “anos”, um “dia por um ano” (Ezequiel 4:6).

Adicionando os 2520 anos, ao ano 607 AEC, chegamos ao ano de 1914 EC (Era Comum). A passagem bíblica de 1 Reis 25: 25.26 informa-nos que Jerusalém foi completamente desabitada desde o sétimo mês do ano 607 AEC, a partir do mês de Tisri. A profecia de Daniel, capítulo 12: 5-12, dos 1260 dias, 1290 dias e 1335 dias, confirma que a entronização nos céus do Rei Jesus Cristo, teve lugar em 15 Tisri ou 4/5 de outubro de 1914.

Daniel 12:5-12, corresponde ao mesmo período do relato da profecia de Apocalipse 11: 3-6: a pregação das duas testemunhas de 1260 dias ou três tempos e meio, o que leva para o momento "se terminar de despedaçar o poder do povo santo", à morte das "duas testemunhas" do Apocalipse 11:7 (Daniel 12:7, 11). No entanto, Daniel capítulo 12: 5-12, é mais detalhado na cronologia dos acontecimentos, que descrevem o processo que resulta na "morte" das "duas testemunhas" ou dos "Santos".

A profecia de Daniel dos 1290 dias

Os três períodos dos 1260, 1290 e 1335 dias, sobrepõem-se ou começam na mesma data: o 15 de Tishri 5675 ou em 4/5 de outubro de 1914. Então, a pregação do “povo santo” (duas testemunhas do Apocalipse) terminou oficialmente, em 4/5 de abril de 1918 (fim dos 1260 dias). Em Daniel 12:11 está escrito: “E, a partir do tempo em que for removido o sacrifício constante e for estabelecida a coisa repugnante que causa desolação, haverá 1.290 dias” (Daniel 12:11).

Os fatos históricos do “povo santo”, mostram que os primeiros santos quem pregaram o evangelho (ou as boas novas), no período da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), estavam principalmente nos Estados Unidos da América. Naquele tempo, durante a Primeira Guerra Mundial, a administração militar dos Estados Unidos da América, tinha acusado os primeiros estudantes da Bíblia (os santos), "espionar" para os alemães, estando a recusar-se a participar no esforço da nação. Segundo o relatório de 4 de maio de 1918: “No entanto, em 4 de maio de 1918, o Senador Overman solicitou a inclusão dum memorando do Procurador-Geral nos Anais do Congresso (4 de maio de 1918, páginas 6052, 6053). Declarava, em parte: (...) A Associação Internacional dos Estudantes da Bíblia afirma ter os motivos mais religiosos, todavia, verificamos que há muito se relata que sua sede é um antro de agentes alemães”.

Assim, em 4/5 de maio de 1918, acabaram-se os 1290 dias (após o 4/5 de outubro de 1914). A "coisa repugnante que causa desolação", ou seja, a administração dos exércitos dos Estados Unidos, havia “selado por decreto” a destruição da obra de pregação dos "estudantes da Bíblia" (santos), com o resultado de ser "removido o sacrifício constante", particularmente no final dos 1335 dias (Salmos 94:20 "em nome da lei"). Em 8 de maio de 1918, alguns dos "santos" foram presos.

A profecia de Daniel dos 1335 dias

Em 20 de junho de 1918, no final dos 1335 dias (contando a partir do 4/5 de outubro de 1914), os "santos" foram falsamente declarados "culpados" de espionagem a favor dos alemães. E em 21 de junho de 1918 (após 1335 dias), juiz dos EUA Howe, notificou oficialmente a “culpa” dos "santos": 90 anos de prisão para cada um dos "santos". No entanto, na profecia de Daniel está escrito: “Feliz aquele que se mantém na expectativa e chega aos 1.335 dias!” (Daniel 12:12). O cumprimento da profecia de Daniel, dos 1290 e 1335 dias, confirma que Jesus Cristo foi entronizado Rei nos céus, o 15 de Tisri 5675 ou em 4/5 de outubro de 1914.

As benções do cumprimento da profecía dos 1335 dias

Depois dos três dias e meio, entrou neles espírito de vida da parte de Deus, e eles ficaram de pé, e os que os viram ficaram com muito medo. 12 Eles ouviram uma voz alta lhes dizer desde o céu: “Subam para cá.” Então subiram para o céu numa nuvem, e seus inimigos os viram. 13 Naquela hora ocorreu um grande terremoto; caiu um décimo da cidade, 7.000 pessoas foram mortas pelo terremoto, e as demais ficaram com medo e deram glória ao Deus do céu

(Apocalipse 11:11-13)

Por meio dessa passagem bíblica entendemos que Jeová Deus tem decretado que os 7000 (fazendo parte dos 144000 (“um décimo da cidade”)) e a grande multidão (“as demais”), sobreviverão á grande tribulação (Compare Apocalipse 11:11-13 com Malaquias 4:6b) (Apocalipse 7). Estando a comparar as profecias de Daniel 12:5-12 com Apocalipse 11:3-13, podemos dizer que os benefícios divinos do fim dos 1335 dias, mencionados en Daniel 12:12, correspondem ás bençãos descritas em Apocalipse 11:11-13.

A morte das Duas Testemunhas de três dias e meio

“Depois dos três dias e meio, entrou neles espírito de vida da parte de Deus, e eles ficaram de pé, e os que os viram ficaram com muito medo”

(Apocalipse 11:11)

A informação simbólica, está dando a duração exata da morte das duas testemunhas (inatividade espiritual dos santos). Como? A chave para resolver o sentido dessa profecia, é no contexto da revelação 11: “Mas, quanto ao pátio fora do santuário do templo, deixe-o de fora, sem medi-lo, porque foi dado às nações, e elas pisarão a cidade santa por 42 meses. 3 Farei as minhas duas testemunhas profetizar por 1.260 dias vestidas com pano de saco.” 4 Elas são simbolizadas pelas duas oliveiras e pelos dois candelabros, e estão em pé diante do Senhor da terra” (Apocalipse 11:2,3).

Assim, às duas testemunhas tinham que pregar 1260 dias ou 42 meses, ou três tempos e meio. O relato bíblico diz que após este período de 1260 dias, a “fera” iria a matar às duas testemunhas: “Quando tiverem terminado de dar seu testemunho, a fera que sobe do abismo guerreará contra elas, as vencerá e as matará. 8 Seus corpos ficarão na rua principal da grande cidade que em sentido espiritual se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi morto na estaca. 9 Povos, tribos, línguas e nações olharão para os seus corpos por três dias e meio e não permitirão que os seus corpos sejam colocados num túmulo” (Apocalipse 11:7-9).

Fica claro que não se trata de dias de 24 horas, porque a inatividade (morte) das duas testemunhas demorou vários meses. Os "três dias e meio" devem ligar-se com os 1260 dias ou três tempos e meio: significa que a duração (de três dias e meio) da morte das duas testemunhas, seria três vezes e média inferior aos 1260 dias ou três tempos e meio. O que significa que o tempo dos “três dias e meio” correspondem a : 1260 dias divididos por 3 dias e meio, igual a 360 dias. Foi assim? Sim...

Em 4 de maio de 1918, acabaram-se os 1290 dias (após o 4/5 de outubro de 1914). A "coisa repugnante que causa desolação", ou seja, a administração dos exércitos dos Estados Unidos, havia “selado por decreto” a destruição da obra de pregação dos "estudantes da Bíblia" (santos), com o resultado de ser "removido o sacrifício constante". Em 4 de maio de 1918,  por meio do Senado Overman, se tinha acusado os primeiros estudantes da Bíblia (os santos), "espionar" para os alemães, estando a recusar-se a participar no esforço da nação (Memorando do Procurador-Geral, páginas 6052, 6053). 

Em 4 de maio de 1919 - a ressurreição das duas testemunhas (Apocalipse 11:11): um dos "santos", todos libertados da prisão, apresentou oficialmente seu primeiro discurso bíblico, no “Clune’s Auditorium em Los Angeles”, domingo, 4 de maio de 1919, sendo oficialmente a "ressurreição das duas testemunhas", depois dos “três dias e meio”, que correspondem aos 360 dias efectivos de inatividade espiritual dos santos (Apocalipse 11:11).

"Os três dias" simbólicos começaram em 4 de maio de 1918 e acabaram em 4 de maio de 1919 = 1 ano profético = 360 dias.

De acordo com o que está escrito em Apocalipse, a profecia dos três dias e meio dá informações importantes: "Escute: Venho depressa, e a recompensa que darei está comigo, para retribuir a cada um conforme as suas obras" (Apocalipse 22:12). Quando a “fera” "matou" as duas testemunhas, deixou seus corpos mortos e não "permitirão que os seus corpos sejam colocados num túmulo” durante "três dias e meio". Isto significa que Jeová Deus, através do seu filho Jesus Cristo, o Rei, fará o mesmo, durante os "três dias e meio", da grande tribulação (após do julgamento em todo o mundo em 10 de Tisri: Desde o 10/11 Tisri ate o 14 de Tisri).

 COMO CELEBRAR A COMEMORAÇÃO DA MORTE DE JESUS CRISTO (PRESENTAÇÃO COM FOTOS)

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A PROFECIA DE DANIEL DOS 2300 DIAS E A PROFECIA DE APOCALIPSE DOS 2520 DIAS

Por que comparar estas duas profecias aparentemente diferentes (2300 dias e 2520 dias (2 x 1260))? Porque assim como as profecias de Daniel 1260 dias, 1290 dias e 1335 dias, parecem cumprir-se no mesmo período dos 1260 dias de pregação das "duas testemunhas" em Apocalipse 11: 3-13 (a partir da mesma data (4/5 de outubro de 1914)), da mesma maneira, estes dois períodos de duração (2300 dias e dias 2520), correspondem ao mesmo período (a partir da mesma data (4/5 de outubro de 1914)). Ainda mais, a comparação das duas profecias dão a confirmação da importância da data do 10 de Tisri.

A profecía de Daniel dos 2300 dias: “E eu estava ouvindo certo santo falar, e outro santo passou a dizer àquele que falava: “Até quando durará a visão do [sacrifício] contínuo e da transgressão que causa desolação, para fazer tanto [do] lugar santo como [do] exército algo a ser pisoteado?” 14 Ele me disse, pois: “Até duas mil e trezentas noitinhas [e] manhãs; e [o] lugar santo certamente será levado à sua condição correta” (Daniel 8:13,14).

A ideia geral, é que Jeová permitiu ao seu “povo santo”, passar por um tempo de provação, como disciplina, porque não estava numa condição espiritual aceitável perante Deus. Os 2300 dias começaram no mesmo momento que a profecia dos 1260, 1290 e 1335 dias de Daniel 12:5-12, em 4/5 de outubro de 1914. O fim do período dos 2300 dias parece indicar o momento quando Jeová considerou o povo santo em condição espiritual aceitável diante de seus olhos, permitindo que fosse “levado à sua condição correta" para adoração Jeová.

O livro do Apocalipse descreve este período (de duas vezes 1260 dias) de outra maneira. O primeiro periodo de 1260 dias: “E farei as minhas duas testemunhas profetizar por mil duzentos e sessenta dias trajadas de saco” (...) E quando tiverem terminado seu testemunho, a fera que ascende do abismo far-lhes-á guerra, e as vencerá, e as matará” (Apocalipse 11:3,7).

Esta profecia foi cumprida após da expulsão de Satanás dos céus, e do estabelecimento do Reino de Deus nos Céus, causando o início de muitas desgraças para a humanidade, causada pela ira do diabo (que ainda sofrem hoje) na terra (Apocalipse 12: 7-12). Estas calamidades provocadas pela ira do diabo, incluem a "perseguição" da "mulher", o que representa logicamente o “povo santo” na terra (que têm a esperança de viver nos céus (7000/144000)) e seus descendentes, a grande multidão (que têm a esperança de viver na terra do paraíso) (Apocalipse 7). Isso nos leva ao segundo período de 1260 dias, mencionada por Apocalipse:

“E a mulher fugiu para o ermo, onde ela tem um lugar preparado por Deus, para que a alimentem ali por mil duzentos e sessenta dias” (Apocalipse 12:6).

“Mas, deram-se à mulher as duas asas da grande águia, para que voasse ao ermo, para o seu lugar; ali é que ela é alimentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, longe da face da serpente” (Apocalipse 12:14).

A pergunta lógica é: como podemos entender esta informação que mostra que Deus protege a “mulher” (em Apocalipse 12:6, 14), e a outra informação que aplica aparentemente no mesmo período, e que corresponde a morte e a ressurreição das duas testemunhas, após o primeiro período de 1260 dias (Apocalipse 11:7, 11-13)? Obviamente, as "duas testemunhas" são Moisés e Elias, portanto, a resposta lógica é nas histórias das suas vidas:

“E, se alguém quer causar-lhes dano, sai fogo das suas bocas e devora os seus inimigos (Moisés e Elias); e se alguém quiser causar-lhes dano, terá de ser morto desta maneira. 6 Estas têm autoridade para fechar o céu (Elias), para que não caia chuva durante os dias do seu profetizar (Elias), e têm autoridade sobre as águas, para transformá-las em sangue (Moisés), e para golpear a terra com toda sorte de praga, quantas vezes quiserem (Moisés e Elias)” (Apocalipse 11:5, 6; Números 16:35; 2 Reis 1:9-14; Santiago 5:17; Êxodo 4:9; Êxodo 8-12).

Por exemplo, o profeta Elias: pregou durante os 1260 dias de seca, após o qual ele foi perseguido por Jezabel, que queria matá-lo (1 Reis 17 e 18; Santiago 5:17 (1260 dias de pregação de Elias); 1 Reis 19:1, 2 (Jezabel tem jurado matar Elias) "a fúria do diabo" (Apocalipse 12:13); 1 Reis 19: 3.4 (Elias fica com medo e foge para o deserto e então é milagrosamente alimentado por um anjo no deserto (1 Reis 19: 5-8)), "a mulher foge para o deserto e é alimentada" (Apocalipse 12: 6,14).

Tendo em conta a experiência espiritual do profeta Elias, temos uma descrição lógica dos eventos: após dos 1260 dias de pregação das "duas testemunhas". A sua "morte" representa uma mudança de situação, devido a um perigo de morte que interrompe a pregação. Moisés e Elias fugiram para o deserto para salvar sua vida (Êxodo 2:15 ; 1 Reis 19:3-8).

A ideia do que Deus "protege" os seus servos salvando a sua vida num lugar de proteção (onde tem fugido), tais como no deserto, ate este lugar de proteção pode ser uma prisão.  Da mesma forma, os santos que pararam a pregação (morte em forma de inatividade espiritual), foram temporariamente "protegidos" e "alimentados" (por uma sentença de prisão (embora injustamente)), no auge da histeria geral da Primeira Guerra Mundial. (Veja a experiência do Profeta Jeremias aprisionado (protegido), com um "pão" diariamente, durante o sitio de Jerusalém em 607 AEC, que era, na verdade, a proteção do Profeta Jeremias (Jeremias 37:21)).

Assim, o segundo período de 1260 dias de proteção da "mulher", ou seja, a proteção do “povo santo” (mencionado em Apocalipse 12:6, 14) é logicamente compatível com: a morte das duas testemunhas, a interrupção momentânea de sua pregação e a desonra (uma falsa acusação e prisão).  O encarceramento momentâneo acabou por ser uma proteção (de fato) no momento de histeria patriótica, em seguida, juntamente com a reabilitação "milagrosa" que corresponde à sua "ressurreição" (Apocalipse 11: 11-13).

Assim, o segundo período de 1260 dias da fuga no deserto da "mulher", ou seja, o “povo santo” na terra (mencionado em Apocalipse 12:6, 14), é logicamente compatível com: a morte das "duas testemunhas", a interrupção temporária da sua pregação (colocando-os em segurança na prisão) e a hora da desonra que seguiu e então , sua reabilitação "milagrosa" como repentina "ressurreição" (Apocalipse 11: 11-13). Última pergunta: por que, para o mesmo período, há uma diferença entre a profecia de Daniel de 2300 dias e a de revelação de 2520 dias?

A diferença entre 2300 dias (da profecia de Daniel) e 2520 dias (da profecia do Apocalipse), é de 7 meses (de 30 dias) e 10 dias, o que significa 10 de Tisri. Isto significa que se a “reabilitação” teve lugar no final dos 2300 dias, a proteção definitiva da “mulher”, terá lugar no final do tempo (neste sentido simbólico) de 2520 dias, O 10 DE TISRI: “Não tenha medo das coisas que você está para sofrer. O Diabo continuará lançando alguns de vocês na prisão, para que sejam plenamente provados, e vocês terão tribulação por dez dias. Mostre-se fiel até a morte, e eu lhe darei a coroa da vida. (...) Não façam dano à terra, nem ao mar, nem às árvores, até termos selado na testa os escravos do nosso Deus.” (Apocalipse 2:10; 7:3).

CARTA PARA AS CINCO VIRGENS DISCRETAS

JERUSALÉM

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